visita do ministro da saúde, alexandre padilha – curitiba/pr

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quinta-feira (28) um reforço de R$ 22 milhões para a reestruturação de três hospitais de Curitiba. Serão beneficiados o Hospital do Trabalhador de Curitiba (PR), que passa a integrar o programa S.O.S Emergências, o Hospital Universitário Evangélico e o Hospital do Idoso Zilda Arns.

Ao Hospital do Trabalhador foram assegurados 14 milhões, sendo R$ 5,7 milhões para compra de equipamentos e R$ 8,6 milhões para custeio da unidade e manutenção de leitos de retaguarda. Para melhorar a infraestrutura do Hospital Universitário Evangélico, o ministro Alexandre Padilha assinou convênio com a prefeitura da capital paranaense que prevê a liberação de R$ 3,1 milhões. Já ao Hospital do Idoso foram destinados R$ 5 milhões para a criação de 20 leitos de UTI.

“Para melhorar o atendimento à população, estamos trabalhando fortemente na reestruturação dos serviços de saúde. Para isso, estamos investindo recursos financeiros e contratando novos médicos”, afirmou o ministro durante a visita.


Da esquerda para a direita: o prefeito Gustavo Fruet, o ministro Alexandre Padilha, vice governador Flavio Arns, secretário estadual de Saúde, Michele Caputo Neto, e Adriano Massuda, secretário municipal de Saúde de Curitiba.

Em visita ao Hospital do Trabalhador, o ministro se reuniu com os gestores do Paraná e da capital e assinou termo de compromisso para a inclusão da unidade à estratégia do S.O.S Emergências, que visa uma série de melhorias na gestão dos principais hospitais de urgência e emergência do país. Na prefeitura de Curitiba, o ministro Padilha assinou convênio para melhorias na qualidade do atendimento do Hospital Universitário Evangélico.


Durante a solenidade na Prefeitura, o ministro também recebeu os médicos que vão participar do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), em Curitiba, e os médicos que irão integrar o Programa Nacional de Apoio à Formação de Médicos Especialistas em Áreas Estratégicas, como residentes em Medicina de Família e Comunidades.

A presidenta da República, Dilma Rousseff e o ministro Padilha lançaram, em novembro de 2011, a iniciativa que integra a Rede Saúde Toda Hora. A rede abrange, atualmente, 22 hospitais de grande porte, localizados em 19 cidades, sendo 18 capitais: Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Brasília (DF), Belo Horizonte (BH), Goiânia (GO), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), João Pessoa (PB), Porto Velho (RO), Natal (RN), Manaus (AM), Teresina (PI), Curitiba (PR), Cuiabá (MT), Maceió (AL) e Aracajú (SE). Além disso, no Pará, o S.O.S Emergências está implantado em Ananindeua, município da região metropolitana de Belém.

Até 2014, o programa vai alcançar os 40 maiores prontos-socorros brasileiros, abrangendo todos os 26 estados e o Distrito Federal (DF). As instituições selecionadas são referências regionais, possuem mais de 100 leitos, tem pronto-socorro e realizam grande número diário de internações e atendimentos ambulatoriais. Os serviços da Rede Saúde Toda Hora englobam o SAMU 192, Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 horas), Salas de Estabilização, serviços da Atenção Básica e Melhor em Casa.

Ao integrar o S.O.S Emergências, cada hospital assegura R$ 3,6 milhões/ano de custeio e qualificação do atendimento, além de R$ 3 milhões/ano para a realização de obras e aquisição de equipamentos.

As unidades contam também com a implantação de Núcleos de Acesso e Qualidade Hospitalar (NAQH), que são responsáveis pelo diagnóstico das principais dificuldades relacionadas à porta de entrada de emergência, apontando as medidas a serem adotadas. Cada núcleo é formado por representantes das secretarias estaduais e municipais de saúde, do hospital, com apoio do Ministério da Saúde.

Curitiba integra o Plano de Ação de Regional, que a abrange a 2ª Região de Saúde Metropolitana. Esta regional é composta por 29 municípios, dos quais 26 fazem parte da Região Metropolitana da capital, com população de 3,2 milhões de habitantes. O Plano de Ação Regional conta com recurso imediato aprovado de R$ 73,2milhões/ano. Deste total, R$ R$ 6,6 milhões são parao Hospital do Trabalhador.

O Hospital do Trabalhador tem gestão municipal e realizou – de janeiro a dezembro 2012 – 17.360 internações e 588.667 atendimentos, no mesmo período.  A unidade conta atualmente com 212 leitos, sendo 20 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto tipo II, oito de UTI neonatal tipo II e dois de UTI neonatal pediátrica. O Ministério da Saúde repassou, em 2012, R$ 31,5 milhões para custear esses atendimentos hospitalares. O hospital possui habilitações em UTI; videocirurgia; procedimentos de alta e média complexidade em traumato-ortopedia; transplante; tratamento de AIDS; e hospital da criança, entre outras.

Texto: Ubirajara Rodrigues, Portal da Saúde, 28/03/13
Fotos: Gilson Camargo

1 Comentário

  1. Marli de Assis Ruthe
    1 de abril de 2013

    Pena que em nossa cidade Rio Negro Paraná não tenha apoio de um politico como o Sr Vayone, nossa saúde está um caus, hospital falido, maternidade fechada, pessoas passando mal tendo que ser encaminhadas para Campo Largo.Meu filho quebrou o pulso no dia 02/03/2013 foi levado ao hospital não tinha médico e já avisaram que no próximo dia também não iria ter pois os médicos e funcionários estavam sem pagamento, um funcionário que estava no local falou para levar até Mafra Santa Catarina chegando lá com muita dor o médico atendeu mandou tirar raio x e falou que o mesmo estava quebrado e teria de fazer cirurgia pois havia quebrado o radio e tirado o punho do lugar mas como ele morava em Rio Negro não poderia fazer a cirurgia em Mafra, sendo assim passou o sabado, domingo, na segunda o hospita fechou as portas e tivemos que pagar um médico particular e pagar todas as despesas o qual chegou no valor de quase R$ 6.200.000, isto no hospital de Mafra.Gostaria de saber porque nossa cicade está esquecida, onde está o dinheiro dos impostos que pagamos,onde se encontra os políticos que em época de eleições batem em nossa porta e depois a hora que precisamos nem olham para nossa cara . Quando precisamos deles as portas estão fechadas. E no nosso caso para não ver meu filho sofrer correr atrás de emprestimo para fazer a cirurgia,pois as portas simplesmente do hospital estavam fechadas pois funcionário e médicos não estavam recebendo os pagamento, não condeno estes profissionais pois quem trabalha é porque precisa, mas sim nossa prefeitura que está deixando a desejar, não repassando e dinheiro a estes profissionais.Gostaria que algum político como o Sr.Vayoni olhasse com carinho para nossa cidade, saúde pois o povo precisa de um hospital aqui e não em Campo Largo pois muitos pacientes não conseguem chegar lá com vida.

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