pac 2, entrega de caminhões basculantes – lapa/pr

_DSC1619web

A cidade da Lapa recebeu neste sábado (23/11) a visita de prefeitos e autoridades de 54 municípios paranaenses para a entrega de caminhões basculantes realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, dando continuidade ao compromisso do governo federal com as pequenas cidades em todo o território nacional, fazendo chegar ao conjunto dos municípios brasileiros com até 50 mil habitantes equipamentos essenciais para o seu desenvolvimento, na 2ª fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Em todo o Brasil foram selecionadas 5.061 prefeituras para receber estes investimentos.

Apenas através deste programa o governo federal já investiu no Paraná R$ 139 milhões. Ao todo foram entregues 32 caminhões, 195 motoniveladoras e 367 retroescavadeiras. Restam ainda 507 equipamentos, sendo 172 motoniveladoras e 335 caminhões-caçamba. 

_DSC1376webA prefeita da Lapa, Leila Klenk, recepcionou os 53 prefeitos dos municípios beneficiados e demais autoridades no Clube Congresso Recreativo. 

Em sua fala o deputado Angelo Vanhoni referiu a importância da Lapa na história do Brasil e ressaltou o esforço do governo em implementar políticas de preservação da memória, a exemplo da cidade de Antonina, que há três meses atrás foi uma das primeiras 50 cidades brasileiras a receber recursos para preservação de seus casarios e ruas, num total de 18 milhões de reais, através do PAC Cidades Históricas. 

A ministra Gleisi Hoffmann mencionou a perspectiva de uma 2ª fase do PAC 2 para incluir também municípios com mais de 50 mil habitantes e que solicitam estes equipamentos. Gleisi destacou ainda a ampliação do investimento público em saúde para 15% da receita líquida da União, proposta já aprovada pelo Congresso  Nacional, a destinação de 50% das emendas dos deputados para a saúde e o programa Mais Médicos, reafirmando o compromisso da presidente Dilma com a chegada destes  profissionais nos municípios paranaenses.

_DSC1425web

Aqui na Lapa parece que estamos em outro tempo, a gente sente a atmosfera de preservação. É a nossa memória, a memória dos nossos antepassados, um pouco da nossa identidade. Mesmo quem não pertence a esse lugar de alguma forma percebe esta presença.

Sem memória a gente não consegue estabelecer nossas tradições e valores. Isto diz respeito a preservação do patrimônio material mas também à preservação dos patrimônios imateriais, dos valores humanos, que é a convivência, que é o respeito, que é construir uma nova pessoa, um novo cidadão, uma nova mulher, um novo homem, uma cultura de paz. Isto tem a ver com memória, tem a ver com cultura e a Lapa é forte nisso.

O nosso país está passando por um processo de mudança vertiginosa. Os brasileiros passaram a acreditar que o país pode ser melhor, tem sua esperança renovada. Fizemos o leilão de Libras, que é uma grande reserva de petróleo, e conseguimos arrecadar 15 bilhões em recursos para o governo federal.

Nós acabamos de inaugurar um novo patamar no país no que diz respeito a administração dos aeroportos. A concessão de Guarulhos, um dos maiores do Brasil, foi negociada por valores 4 vezes maiores do que o lance inicial estabelecido pelo governo. O preço mínimo era de 4,9 bilhões de reais e o aeroporto de Guarulhos teve por lance final 21 bilhões de reais. Isso enquanto a mídia inteira, nestes últimos 15 dias, estava dizendo que o Brasil não consegue atrair investidores do mundo por medo da nossa economia. A mídia aposta no Brasil como se o país não fosse dar certo, como se não tivéssemos capacidade de resolver os problemas por nós mesmos. Tem muita coisa que a gente precisa consertar, mas tem muita coisa boa acontecendo.

Há 40 anos que cidades como Sertaneja, Califórnia e muitas outras não recebiam recursos para comprar uma motoniveladora, uma retroescavadeira ou um caminhão novo, e a gente sabe que os municípios não tem recursos para isso. A gente sabe da importância destas máquinas para fazer com que o pequeno agricultor tenha estrutura para desenvolver a sua atividade produtiva. Aquele que precisa ter renda, que precisa fazer com que sua pequena produção possa circular na cidade, que suas estradas vicinais estejam bem cuidadas para ele fazer o escoamento da sua produção. Aí ele pode organizar a família, está pondo a economia para funcionar, está criando perspectivas de futuro.

A gestão da presidente Dilma olha para o Brasil não apenas como um país no mapa, olha através das necessidades das pessoas, olha através de uma mãe que chega à um posto de saúde com um filho com 39 graus de febre e precisa de um profissional que tenha competência técnica e científica para esclarecer se é uma febre simples ou se é necessário tomar outras providências.

Por isso eu vim aqui hoje fazer uma saudação e dizer para a Gleisi, muito obrigado pelo que vem fazendo pelo nosso país, continuando no caminho que o presidente Lula delineou. Nós queremos crescer, mas com distribuição de renda, com o povo crescendo, com a esperança crescendo, com os valores humanos colocados como centralidade das ações do governo. É isso que a Dilma e o Lula fizeram pelo Brasil e é isto que nós queremos que continue sendo feito.

Angelo Vanhoni

_DSC1528web

Aqui no Paraná 367 dos 399 municípios receberão os equipamentos. Eu não tenho dúvida de que pelo sucesso deste programa a presidenta já deve estar pensando numa fase 2, para ampliar a questão dos equipamentos e também atingir alguns municípios que são maiores, mas que também nos pedem ajuda.

Uma outra coisa que eu queria aproveitar para falar com vocês, que também é um programa de parceria na área de saúde, é o programa Mais Médicos. Nem todos os municípios já receberam. Sei que a Lapa já recebeu 3 médicos, Curitiba, Região Metropolitana, alguns municípios do Norte e do Oeste, mas aqueles que pediram vão receber os médicos. Não sei se a gente vai conseguir 100%, mas o compromisso da presidenta é a gente ter até março ou inicio de abril 13 mil médicos de fora atuando no Brasil. O Paraná pediu mil e poucos médicos e nós temos o compromisso de atender a estes pedidos o máximo possível.

Nós aprovamos no Congresso Nacional o projeto de lei que define que 15% da receita corrente líquida da União, assim como a dos municípios, seja investida na saúde. Em 2014 nós já vamos atingir 13,5% e vamos subir de 83 bilhões de reais para 95,9 bilhões. Em 2018 nós estaremos investindo 156 bilhões de reais. Então, ano que vem vocês podem ter certeza de que já vai ter um recurso a mais sendo repassado para as contas dos municípios na área de saúde. Além disso, o Congresso também aprovou, com as emendas impositivas que são liberadas para os deputados, que 50% destas emendas que os parlamentares apresentarem à União serão obrigatoriamente dirigidas à saúde.

Gleisi Hoffmann

_DSC1602web

Fotos: Gilson Camargo

Publicar um comentário

Seu e-mail nunca será publicado. Campos com * são obrigatórios

*
*

Preencha os campos corretamente!