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	<title>Angelo Vanhoni</title>
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	<description>Mandato Deputado Federal Angelo Vanhoni (PT/PR)</description>
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		<title>incentivo a agricultura familiar &#8211; campo magro/pr</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 13:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanhoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades: Campo Magro]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
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		<description><![CDATA[

A comunidade de Conceição dos Correias (imagem acima), em Campo Magro, no Paraná, recebeu nesta quinta feira, 12/01/2012 as chaves de uma retroescavadeira adquirida atráves de emenda parlamentar do deputado Angelo Vanhoni. O município tem hoje cerca de  1.300 pequenas propriedades rurais, uma agricultura familiar forte e um número expressivo de criadores de peixes.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-18633" title="campomagro_12_01_2012d" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2012/01/campomagro_12_01_2012d.jpg" alt="campomagro_12_01_2012d" width="650" height="432" /><br />
<em></em></p>
<p><strong>A comunidade de Conceição dos Correias (imagem acima), em Campo Magro, no Paraná, recebeu nesta quinta feira, 12/01/2012 as chaves de uma retroescavadeira adquirida atráves de emenda parlamentar do deputado Angelo Vanhoni. </strong><strong>O município tem hoje cerca de  1.300 pequenas propriedades rurais, uma agricultura familiar forte e um número expressivo de criadores de peixes.</strong></p>
<p><strong>O novo equipamento será utilizado na construção de viveiros para piscicultura</strong><strong>, limpeza, manutenção ou melhoria de tanques antigos e  pequenas obras de saneamento ambiental das propriedades rurais,  bem como em obras para a instalação de projetos de irrigação.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18712" title="campomagro_12_01_2012h" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2012/01/campomagro_12_01_2012h.jpg" alt="campomagro_12_01_2012h" width="650" height="432" /><em><br />
Sentados à mesa durante a reunião, a secretária municipal de Agricultura, Sandra Maria  Ribas Machado e o prefeito de Campo Magro, José Pase.</em></p>
<blockquote><p>&#8220;No início deste projeto, <a href="http://www.vanhoni.com.br/2009/11/campo-magro-incentivo-ao-turismo-e-agricultura-familiar-visita-a-prefeitura-e-a-casa-do-agricultor-na-comunidade-de-conceicao-dos-correias/">quando nos reunimos em 2009 aqui  na Casa do Agricultor</a>, o deputado  Angelo Vanhoni estava junto com a  gente e se comprometeu em ajudar nas  nossas reivindicações. Ele levou  esta demanda do Conselho de  Desenvolvimento Rural de Campo Magro até  Brasilia e nos destinou uma  emenda parlamentar no valor de R$ 195 mil,  que possibilitou a compra desta retroescavadeira  que estamos recebendo  aqui agora.&#8221;<br />
Sandra Maria Ribas Machado, secretária de Agricultura de Campo Magro</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18638" title="campomagro_12_01_2012" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2012/01/campomagro_12_01_2012.jpg" alt="campomagro_12_01_2012" width="650" height="432" /></p>
<p><strong>Em nome dos agricultores da região, o sr. Francelino Pereira Ribas recebeu do prefeito José Antônio </strong><strong>Pase as chaves do equipamento disponibilizado. Representantes do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável estiveram presentes no evento para definir o número máximo de horas de uso a serem inscritas por ano para cada produtor beneficiado e as regras de compartilhamento dos custos de operação da máquina.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18635" title="campomagro_12_01_2012f" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2012/01/campomagro_12_01_2012f.jpg" alt="campomagro_12_01_2012f" width="650" height="979" /></p>
<p><strong>As inscrições para o uso da escavadeira serão realizadas na Casa do Agricultor e, p</strong><strong>ara programas de piscicultura, remoção de solo e limpeza de tanques as inscrições deverão ser feitas na <a href="http://www.e-prefeituras.pr.gov.br/sites/prefeitura/campomagro/secretarias.htm" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.e-prefeituras.pr.gov.br/sites/prefeitura/campomagro/secretarias.htm?referer=');">Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente</a>. A elaboração de projetos de piscicultura será feita por um técnico da <a href="http://www.emater.pr.gov.br/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.emater.pr.gov.br/?referer=');">Emater</a> de acordo com as normas ambientais e encaminhado a <a href="http://www.suderhsa.pr.gov.br/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.suderhsa.pr.gov.br/?referer=');">Suderhsa</a> para verificação da dispensa de outorga do uso da água. </strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18634" title="campomagro_12_01_2012c" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2012/01/campomagro_12_01_2012c.jpg" alt="campomagro_12_01_2012c" width="650" height="432" /><em></em></p>
<p>Localizado em Conceição dos Correias,  o Morro da Palha, com 1.190 metros é o ponto mais alto de Campo Magro e proporciona uma visão panorâmica do município. <a href="http://prefeituradecampomagro.blogspot.com/p/turismo-rural.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/prefeituradecampomagro.blogspot.com/p/turismo-rural.html?referer=');">A cidade conta com diversos atrativos para o turismo rural</a>, esportes como vôo livre, paraglider e cavalgadas, além de diversas pousadas e excelentes opções culinárias nos restaurantes da região.</p>
<p><em>Fotos: <a href="http://www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=2&amp;PHPSESSID=d652bcaaf4d509a1b04be3c83130c83d" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=2_amp_PHPSESSID=d652bcaaf4d509a1b04be3c83130c83d&amp;referer=');">Gilson Camargo</a></em></p>
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		<title>entrevista com angelo vanhoni &#8211; gazeta do povo/pr, 03/01/12</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 13:05:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanhoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades: Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[
&#8220;Continuo com a mesma visão: humanizar Curitiba, fazer dela uma cidade preocupada com as pessoas. E continuo com o mesmo diagnóstico porque o modo de governar a cidade continua igual”. Foto: Henry Milleo
Entrevista concedida à jornalista Caroline Olinda, publicada na Gazeta do Povo/PR, em 03/01/12
Ao ser informado de que a entrevista trataria da eleição para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-18575" title="tn_620_600_Vanhoni_2_-_HM" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2012/01/tn_620_600_Vanhoni_2_-_HM.JPG" alt="tn_620_600_Vanhoni_2_-_HM" width="650" height="433" /><br />
<em>&#8220;Continuo com a mesma visão: humanizar Curitiba, fazer dela uma cidade preocupada com as pessoas. E continuo com o mesmo diagnóstico porque o modo de governar a cidade continua igual”. Foto: <a href="http://henrymilleo.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/henrymilleo.blogspot.com/?referer=');">Henry Milleo</a></em></p>
<p><strong>Entrevista concedida à jornalista Caroline Olinda, publicada na <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1208792&amp;tit=Curitiba-tem-de-resgatar-sua-energia-intelectual" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1_amp_id=1208792_amp_tit=Curitiba-tem-de-resgatar-sua-energia-intelectual&amp;referer=');">Gazeta do Povo/PR, em 03/01/12</a></strong></p>
<p>Ao ser informado de que a entrevista trataria da eleição para a prefeitura de Curitiba, o deputado federal Angelo Vanhoni (PT) hesitou. Relator do Plano Nacional de Educação na Câmara dos Deputados, disse que ainda estava muito envolvido com o projeto e a cabeça longe das discussões locais. Depois de alguma insistência da reportagem, aceitou falar.</p>
<p>Vanhoni mostrou que não está disposto a entrar numa briga interna para defender uma candidatura própria do PT. “Nenhuma candidatura pode ser obstáculo para a possibilidade de uma aliança. Mesmo porque eu acredito que todos os aliados têm propostas semelhantes”, disse.</p>
<p>Angelo Vanhoni (PT/PR) cumpre o segundo mandato como deputado federal, nasceu em Paranaguá em 1955 e foi candidato à prefeitura de Curitiba em 1996, 2000 e 2004. Nas duas últimas, chegou a disputar o segundo turno.</p>
<p>Integrante da ala majoritária do PT, o parlamentar foi lançado como pré-candidato em julho, depois que o deputado federal Dr. Rosinha e o deputado estadual Tadeu Veneri – das alas mais à esquerda – expuseram a vontade de disputar a prefeitura.</p>
<p>O PT quer só um candidato da base da presidente Dilma Rous­­­seff em cada capital. Como isso afeta Curitiba?<strong><br />
Antes de conversar sobre união, nós temos de expressar para a cidade um conjunto de propostas, ter um programa para Curitiba. O nosso partido acumulou uma visão da cidade e os seus principais problemas. Trataremos de precisar um diagnóstico sobre a cidade e as iniciativas que precisam ser tomadas.</strong></p>
<p>A sua candidatura é irrevogável?</p>
<p><strong>Nenhuma candidatura pode ser obstáculo para a possibilidade de uma aliança. Podemos conversar para ter uma unidade. Mesmo porque eu acredito que todos os aliados têm propostas semelhantes.</strong></p>
<p>O senhor, então, não descarta a possibilidade de uma aliança?<br />
<strong>Os partidos que têm proposta em comum podem discutir sobre a possibilidade de estarem juntos. Caso isso não aconteça, cada um se coloca e conversamos no segundo turno.</strong></p>
<p>Quais lições o senhor aprendeu das três vezes que disputou a prefeitura de Curitiba?<br />
<strong>Aprendi muito, a respeito de tudo. Cada campanha teve um momento. Em 1996 era uma candidatura frágil, em 2000 perdemos por um conjunto de fatores. Mas continuo com a mesma visão: humanizar Curitiba, fazer dela uma cidade preocupada com as pessoas. Em 1996, [o tema foi] Humana Curitiba. Na segunda eleição, o mesmo tema: A cidade quer ser gente. E continuo com o mesmo diagnóstico, porque o modo de governar a cidade continua igual.</strong></p>
<p>Curitiba é uma cidade marcada por inovações, o senhor pensa em alguma inovação para a cidade?<br />
<strong>Resgatar a energia intelectual que a cidade perdeu. Seja do ponto de vista social, seja da perspectiva da força urbana. Quero que a cidade se renove e inove fazendo uma relação com o seus valores.</strong></p>
<p><span id="more-18574"></span></p>
<p>O que o senhor mudaria em Curitiba?<br />
<strong>A forma de governar. A cidade não participa das discussões.</strong></p>
<p>O que mais o irrita no trânsito da cidade?<br />
<strong>A forma desumana como são transportados os trabalhadores.</strong></p>
<p>Mas ao senhor pessoalmente?<br />
<strong>Os congestionamentos.</strong></p>
<p>E tem como mudar ou, pelo menos, amenizar esse problema?<br />
<strong>Não existe uma única solução. É preciso tomar iniciativas urbanísticas e de engenharia de tráfego. No transporte coletivo, eu acredito que a saída é o metrô.</strong></p>
<p>Curitiba precisa de pedágio urbano?<br />
<strong>Curitiba ainda não precisa disso. Precisa repensar o centro da cidade e tomar algumas iniciativas.</strong></p>
<p>Do que o senhor mais gosta em Curitiba?<br />
<strong>Do acolhimento. A cidade possui tudo que uma grande metrópole tem, mas preserva o acolhimento de uma pequena cidade.</strong></p>
<p>E do que menos gosta?<br />
<strong>Dos problemas sociais. A cidade cresceu muito nesses últimos anos e a administração municipal poderia estar muito mais presente nos bairros.</strong></p>
<p>Qual o seu lugar preferido de Curitiba?<br />
<strong>A Universidade Federal.</strong></p>
<p>Quem é o curitibano?<br />
<strong>Um cidadão que é fruto de um entrelaçamento de várias etnias, que traz consigo toda uma tradição histórica, da construção, cultura e valores da cidade. E que nesses últimos anos tem um relacionamento muito intenso com um novo processo de migração.</strong></p>
<p>O curitibano é fechado ou tímido?<br />
<strong>Acho que o curitibano é normal, como o paulista, como o mineiro. Tem características próprias por causa da sua história e dos seus valores. Mas de uma maneira geral é um cidadão comum.</strong></p>
<p>E como definir Curitiba?<br />
<strong>É uma cidade que tem uma boa organização do ponto de vista da mobilidade, que foi projetada desde a década de 1970. Mas hoje os desafios da cidade são outros. Curitiba é uma cidade metropolitana, e é preciso que o gestor da capital possa trabalhar todas as questões que dizem respeito à vida do homem e da mulher de maneira mais integrada. Não apenas na integração de políticas para o desenvolvimento urbano, mas também no que diz respeito ao projeto de cidade para consolidação do futuro. Qual a vocação de Curitiba? É uma cidade com perfil industrial que nós vamos consolidar para os próximos anos? É na área de serviços, de alta tecnologia? Existe um conjunto de iniciativas e vocações que a capital tem o dever de abrir o diálogo de integração e liderar esse processo.</strong></p>
<p>Quando Curitiba é mais bonita?<br />
<strong>Gosto muito na primavera, com o colorido dos ipês e dos buganvílias.</strong></p>
<p>O senhor tem alguma lembrança de uma Curitiba que não existe mais?<br />
<strong>O antigo Bar Pasquale, no Passeio Público.</strong></p>
<p>Alguma lembrança de infância?<br />
<strong>O que eu gostava de fazer era andar a cavalo no bairro. Morava no Água Verde e o leite ainda era entregue de carroça. Também vendiam hortifrúti, pães&#8230; Na redondeza sempre existiam muitos cavalos soltos. Pegávamos um e levávamos para um terreno baldio. Ficávamos andando, até que o dono fosse buscar. Isso há 46 anos, para ver por quantas mudanças Curitiba passou nas últimas décadas.</strong></p>
<p>Do que o senhor sente falta quando está fora da cidade?<br />
<strong>Dos meus amigos.</strong></p>
<p>Existe alguma ideia de outra cidade que o senhor adaptaria a Curitiba?<br />
<strong>Uma das principais transformações que vamos fazer é a do grande modal do transporte de passageiros.</strong></p>
<p>Inspirado no modelo de qual cidade?<br />
<strong>Estou falando do metrô, que não é de nenhuma cidade específica. Sempre fui um defensor de que o metrô já deveria estar instalado na nossa cidade.</strong></p>
<p>Então o senhor concorda com esse projeto de metrô que deverá ser implantado?<br />
<strong>Não só concordo, como sou defensor.</strong></p>
<p>O senhor usa ônibus em Curitiba?<br />
<strong>Não.</strong></p>
<p>Algum personagem histórico de Curitiba que o senhor destaca?<br />
<strong>Paulo Leminski.</strong></p>
<p>E da atualidade?<br />
<strong>Não.</strong></p>
<p>Qual é seu parque favorito?<strong><br />
</strong><strong>O Barigui.</strong></p>
<p>Frequenta alguma feira?<br />
<strong>Gosto muito da feira do Juvevê, que é próxima à minha casa. Serve como um ponto de encontro.</strong></p>
<p>Onde o senhor estudou na infância?<br />
<strong>Estudei no Lysimaco Ferreira da Costa, no Batista Ribas e no Bom Jesus. Ao longo desses anos, eu retornei às minhas escolas e já encontrei amigos e conhecidos da época.</strong></p>
<p>Como o senhor se define?<br />
<strong>Eu me defino como um político. Mas ser político não resume e não define à exaustão a minha personalidade e vida.</strong></p>
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		<title>exposição inaugural do museu de periferia do sítio cercado (mupe) &#8211; curitiba/pr</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 18:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanhoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades: Curitiba]]></category>
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Dentre os objetos que compõem a mostra estão utensílios e ferramentas utilizadas pelos moradores durante o período das ocupações irregulares nas décadas de 1980 e 90. 
O Museu de Periferia do Sítio Cercado (MUPE) realizou sua exposição inaugural, intitulada &#8220;Memória e Sonhos do Sítio Cercado&#8221;, na última sexta feira, 16/12. A sede do museu fica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-18445" title="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba5" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba5.jpg" alt="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba5" width="650" height="979" /><br />
<em>Dentre os objetos que compõem a mostra estão utensílios e ferramentas utilizadas pelos moradores durante o período das ocupações irregulares nas décadas de 1980 e 90.</em><strong> </strong></p>
<p><strong>O Museu de Periferia do Sítio Cercado (MUPE) realizou sua exposição inaugural, intitulada <a href="http://mupesitiocercado.blogspot.com/2011/12/exposicao-memorias-e-sonhos-do-sitio.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mupesitiocercado.blogspot.com/2011/12/exposicao-memorias-e-sonhos-do-sitio.html?referer=');">&#8220;Memória e Sonhos do Sítio Cercado&#8221;</a>, na última sexta feira, 16/12. A sede do museu fica na rua Francisco José Lobo, 213, no Xapinhal, em espaço compartilhado com a Associação de Moradores Nossa Senhora da Luta. A mostra estará aberta a visitação até o dia 23 de dezembro. Após este período as visitas podem ser agendadas para 2012. O MUPE conta com a consultoria técnica do <a href="http://www.museus.gov.br/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.museus.gov.br/?referer=');">Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM)</a> através do Programa Pontos de Memória, do Ministério da Cultura.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18448" title="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba2" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba2.jpg" alt="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba2" width="650" height="432" /><br />
<em>O artista plástico Claudinei Silvestre Pereira, residente no Bairro Novo e membro da Associação Família e Solidariedade, grafitou o muro do museu durante a abertura da exposição. </em></p>
<p><strong>O processo de instalação do museu, que contou com o apoio do mandato do deputado Angelo Vanhoni, teve inicio em março de 2009 através de um <a href="http://mupesitiocercado.wordpress.com/2009/11/24/bairro-sitio-cercado-%E2%80%93-curitiba-%E2%80%93-intercambio-cultural-com-o-museu-da-mare-e-museu-de-favela-do-rio-de-janeiro-%E2%80%93-troca-de-experiencias-itineracao-de-contadores-de-historias-da/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mupesitiocercado.wordpress.com/2009/11/24/bairro-sitio-cercado-_E2_80_93-curitiba-_E2_80_93-intercambio-cultural-com-o-museu-da-mare-e-museu-de-favela-do-rio-de-janeiro-_E2_80_93-troca-de-experiencias-itineracao-de-contadores-de-historias-da/?referer=');">intercâmbio entre integrantes do Museu da Maré e do (MUF) Museu de Favela (RJ) com moradores do Xapinhal</a>, no Sítio Cercado, Curitiba.  Após este contato a comunidade se organizou para solicitar as <a href="http://www.vanhoni.com.br/2009/09/mupe-museu-de-periferia-do-sitio-cercado-oficina-do-ibram-museu-memoria-e-cidadania-curitiba-02092009/" target="_blank">oficinas de museologia do IBRAM</a> que ocorreram durante os anos de 2009 a 2011. O primeiro <a href="http://www.vanhoni.com.br/2010/05/formacao-do-conselho-gestor-do-museu-de-periferia-do-sitio-cercado-mupe-%E2%80%93-curitibapr/" target="_blank">conselho gestor da entidade foi constituído em 22 de maio de 2010</a> com a presença dos consultores do IBRAM e de diversas lideranças comunitárias. A <a href="http://www.vanhoni.com.br/2011/04/assembleia-de-fundacao-do-museu-de-periferia-do-sitio-cercado-mupe-curitibapr/" target="_blank">Assembléia de Fundação do Museu de Periferia do Sítio Cercado</a> ocorreu na sede da Prefeitura Regional do Bairro Novo, no dia 15/04/2011.</strong></p>
<p><strong>Neste período o MUPE vem organizando ações de sensibilização para a memória viva do Sítio Cercado em escolas públicas, a exemplo do projeto <a href="http://mupesitiocercado.wordpress.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mupesitiocercado.wordpress.com/?referer=');">&#8220;Como você vê o seu bairro?&#8221;</a> realizado em parceria com a Escola Guilherme Lacerda Braga Sobrinho (CAIC), e também através dos diversos &#8220;<a href="http://mupesitiocercado.blogspot.com/2011/08/cafe-da-memoria-23-de-agosto.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mupesitiocercado.blogspot.com/2011/08/cafe-da-memoria-23-de-agosto.html?referer=');">Cafés da Memória</a>&#8220;, identificando moradores antigos e reunindo as comunidades em torno do resgate de seus relatos da construção do bairro de maior adensamento populacional da cidade.<br />
</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18514" title="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba14" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba14.jpg" alt="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba14" width="650" height="432" /><br />
<em>Na imagem, da direita para a esquerda: Inês Gouveia, consultora do IBRAM, Marcelo Rocha, coordenador do MUPE, Palmira de Oliveira, conselheira e coordenadora do MUPE, José Paiva, fotógrafo, e Marcelo Vieira, cenógrafo. A abertura da exposição contou ainda com a apresentação artística do grupo de dança Ka-Naombo, da <a href="http://acnapkanaombo.blogspot.com/2010/10/nossa-historia-acnap.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/acnapkanaombo.blogspot.com/2010/10/nossa-historia-acnap.html?referer=');">Associação Cultural de Negritude e Ação Popular (ACNAP)</a>.<br />
</em></p>
<p><strong>Após um longo período de pesquisa e identificação de acervos documentais e fotográficos existentes no bairro, a  montagem da exposição &#8220;Memórias e Sonhos do Sítio Cercado&#8221; foi concebida pelos integrantes do museu durante a oficina de expografia ministrada pelo artista plástico e cenógrafo carioca Marcelo Vieira, um dos pioneiros da museologia social no Brasil, </strong><strong>Vieira realizou também a cenografia da primeira exposição do </strong><strong><a href="../2009/04/museu-da-mare-rio-de-janeiro-memoria-e-cidadania/" target="_blank">Museu da Maré</a></strong><strong> no Rio de Janeiro, inaugurado em 2006</strong><strong>.</strong></p>
<p><strong>A mostra conta com três momentos em sua dramaturgia: O periodo de formação do bairro, desde os primeiros moradores até os imigrantes pioneiros, as ocupações de terra a partir da década de 80 e a luta social por moradia, e o bairro nos dias de hoje, com seus avanços em infraestrutura e os diversos problemas decorrentes do grande adensamento populacional e dos altos índices de violência.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18457" title="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba8" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba8.jpg" alt="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba8" width="650" height="432" /></p>
<p><strong>O nome do atual bairro Sítio Cercado encontra a sua origem no passado de um sítio de 175 alqueires com o mesmo nome. Cercado pelas águas dos arroios do Padilha, Cercado e Boa Vista. O seu proprietário era o Sr. Laurindo Ferreira da Cruz, nascido em 1862, e casado com Maria Pereira de Andrade. Com a morte do Sr. Laurindo em 1932, o sítio foi dividido entre os seus 3 filhos: Júlia, Sezinando e Isaac. Isaac ficou com a casa paterna e a área de frente do sítio hoje formada pela vilas Rio Negro e Santa Celeste. Isaac casou-se com dona Magdalena Claudino da Cruz que lhe deu 3 filhos: Deusita, Eurides e Isaíde. Em 1947, após a morte precoce de sua filha Isaíde, o Sr Isaac abandonou o sítio e se mudou para o Pinheirinho. O sítio foi entregue aos cuidados de seu agregado José Gonçalves e sua esposa Ana. A partir de 1953 o Sr. Isaac, que já havia vendido 10 alqueires de terra, vende o restante da herança e o antigo sítio passa a ser dividido em loteamentos. </strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18459" title="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba10" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba10.jpg" alt="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba10" width="650" height="432" /></p>
<p><strong>É a partir dos anos 70, forçadas pelo êxodo rural, que milhares de famílias vindo inicialmente de Santa Catarina, depois do Norte do Paraná, vão ocupando os novos loteamentos. Nesta época surgem os loteamentos da Vila Americana (1968), Vila Nossa Senhora de Lourdes, Santa Joana, Jardim Tranquilo, Jardim Irati (1974), e outros. Mais tarde em 1978, a Vila Nova Aurora. Em 1985, a partir das desapropriações feitas pela prefeitura municipal para assentamento de famílias surgem as moradias Olinda e Del Rey. Em 1987, esta parte do Sítio Cercado contava com mais de 6.000 famílias ou aproximadamente 24.000 pessoas.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18450" title="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba1" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba1.jpg" alt="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba1" width="650" height="439" /><br />
<em>Xapinhal, durante a ocupação em 1988 &#8211; acervo MUPE.</em></p>
<p><strong>A grande explosão demográfica do bairro, no entanto, começou a acontecer a partir da década de 1980. Um dos marcos deste período é a ocupação do Xapinhal, palco do maior movimento social por moradia em região urbana da história brasileira. </strong><strong>Em outubro de 1988, ocorreu a ocupação da área conhecida por Xapinhal, fruto de um trabalho organizado por 16 entidades comunitárias dos bairros Xaxim, Pinheirinho, Sítio Cercado e Alto Boqueirão. O movimento levou dois anos para se concretizar; teve início em 1986, e seu objetivo central era resolver o problema de moradia para a população desses bairros.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18447" title="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba3" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba3.jpg" alt="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba3" width="650" height="432" /><br />
<em> </em></p>
<p><strong>O momento da conjuntura política e econômica nacional era o do início  dos planos econômicos. O Plano Cruzado, criado em fevereiro de 1986,  começou a desmoronar no final desse mesmo ano e início de 1987: os  preços, inclusive dos aluguéis, descongelaram e os salários não  acompanharam o ritmo, sofrendo perdas. Em junho de 1987, foi substituído  pelo Plano Bresser, que registrou uma inflação inicial de 3,05% em  julho de 1987, mas terminou, em janeiro de 1989, com a inflação na casa  de 37%.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Diante desse quadro de desesperança, em 1988, ocorreu a  primeira ocupação numa área particular, denominada Sítio Cercado. Nessa  ocupação, os números finais apontaram a participação de 16 associações  de moradores, 3.200 famílias e mais de 10 mil pessoas.</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-18564" title="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba17" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba17.jpg" alt="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba17" width="650" height="419" /><br />
</strong><em>Xapinhal 1988 &#8211; acervo MUPE.</em></p>
<p><strong>O afluxo de famílias para a área atingiu uma dimensão tal que extrapolou em muito as expectativas daqueles que se prepararam longamente para o acontecimento. No total, foram oito levas de ocupação, chegando a ocupar a totalidade da área de 441.000 m2. Outras áreas do bairro foram ocupadas de forma semelhante na década de 90, dentre elas, a Vila 23 de Agosto e o Campo Serrado. </strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-18513" title="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba13" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba13.jpg" alt="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba13" width="650" height="432" /><br />
</strong></p>
<p><strong>Os <a href="http://www.museus.gov.br/programa-pontos-de-memoria/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.museus.gov.br/programa-pontos-de-memoria/?referer=');">Pontos de Memória</a> têm por concepção reconstruir e fortalecer a memória social e coletiva de comunidades, a partir do cidadão e de suas origens, histórias e valores. Com metodologia participativa e dialógica, trabalham a memória de forma viva e dinâmica, como ferramenta de transformação social. Em estágio pleno de desenvolvimento, os Pontos de Memória são capazes de promover a melhoria da qualidade de vida da população e fortalecer as tradições locais e os laços de pertencimento, além de impulsionar o turismo e a economia local, contribuindo positivamente na redução da pobreza e violência.</strong></p>
<p><strong>Também são considerados espaços de referência nos territórios, por estarem associados a locais de riqueza histórica e cultural. Além disso, os pontos valorizam o protagonismo popular e concebem o museu como instrumento de mudança social e desenvolvimento sustentável. Ademais, entendem a memória como resultado de interações sociais e processos comunicacionais, os quais elegem aspectos do passado de acordo com as identidades e interesses dos componentes do grupo. Ainda por considerarem o patrimônio cultural como um processo social afirmativo de identidade coletiva e cidadania.</strong></p>
<p><strong>No momento estão em desenvolvimento 12 Pontos de Memória, situados em comunidades populares nas seguintes cidades: Belém/PA (Comunidade de Terra Firme); Belo Horizonte/MG (Comunidade do Taquaril); Brasília/DF (Comunidade da Estrutural); Curitiba/PR (Comunidade do Sítio Cercado); Fortaleza/CE (Comunidade Grande Bom Jardim); Maceió (Comunidade do Jacintinho); Porto Alegre/RS (Comunidade da Lomba do Pinheiro); Recife/PE (Comunidade do Coque); Rio de Janeiro/RJ (Comunidades do Pavão-Pavãozinho-Cantagalo); São Paulo/SP (Comunidade da Brasilândia); Salvador/BA (Comunidade do Beiru) e Vitória/ES (Comunidade do São Pedro).</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18449" title="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba.jpg" alt="mupe_foto_gilsoncamargo_16_12_2011_curitiba" width="650" height="432" /></p>
<p><strong>Contato para agendamento de visitas:<br />
MUPE &#8211; Rua Francisco José Lobo,  213. Xapinhal, Curitiba, PR<br />
- Telefone (41) 9678 1380 </strong><br />
<strong>- email:  museudeperiferia.mupe@gmail.com<br />
- blog: <a href="http://mupesitiocercado.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mupesitiocercado.blogspot.com/?referer=');">mupesitiocercado.blogspot.com</a></strong></p>
<p>Fotos: <a href="http://www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=1&amp;PHPSESSID=ce379231c650eb2b84eeb000cc9e5b6d" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=1_amp_PHPSESSID=ce379231c650eb2b84eeb000cc9e5b6d&amp;referer=');">Gilson Camargo</a></p>
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		<title>encontro com a militância petista &#8211; análise de conjuntura para as eleições municipais 2012 &#8211; curitiba/pr</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 17:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanhoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades: Curitiba]]></category>

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A corrente interna do Partido dos Trabalhadores, Construindo um Novo Brasil, se reuniu neste sábado, 17/12 para fazer uma análise da conjuntura política para o pleito de 2012. Um dos assuntos da pauta, além do diagnóstico dos municípios onde há perspectivas de vitória do partido no Paraná, foi o encaminhamento da proposta da política de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-18376" title="encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro9" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro9.jpg" alt="encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro9" width="650" height="432" /></p>
<p><strong>A corrente interna do Partido dos Trabalhadores, Construindo um Novo Brasil, se reuniu neste sábado, 17/12 para fazer uma análise da conjuntura política para o pleito de 2012. Um dos assuntos da pauta, além do diagnóstico dos municípios onde há perspectivas de vitória do partido no Paraná, foi o encaminhamento da proposta da política de alianças para as eleições municipais do ano que vem. Segundo </strong><strong>a presidente do PT de Curitiba, Roseli Isidoro,</strong><strong> o encontro de sábado teve por objetivo abrir esta discussão na ala majoritária do partido, contudo, as definições e decisões finais sobre o rumo que o PT adotará ano que vem no tocante às eleições majoritária e proporcional serão definidas oficialmente apenas no encontro municipal que ocorrerá em abril de 2012.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Estiveram presentes ao debate os ministros Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann, o deputado federal Angelo Vanhoni, o deputado estadual Péricles de Mello, o prefeito de Pinhais, Luizão Goulart e vereadores das cidades de Curitiba, Pinhais e São José dos Pinhais.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O ministro Paulo Bernardo, ao discursar sobre a conjuntura nacional, salientou o desempenho da presidente Dilma, que alcançou aprovação de 72% na última pesquisa, índice recorde para um primeiro ano de mandato. Dilma conseguiu dar continuidade aos principais programas do governo Lula e enfrentou a crise internacional que vem abalando diversos países da Europa, com crescimento econômico e resgate social.</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-18368" title="encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro8" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro8.jpg" alt="encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro8" width="650" height="432" /><br />
</strong></p>
<blockquote><p>Eu considero que este primeiro ano em que a presidente Dilma excerceu o governo foi um primeiro ano vitorioso. Nós tivemos em 2010 uma situação quase apoteótica. O presidente Lula saiu como o presidente mais bem avaliado da história deste país, fizemos uma belíssima campanha com uma candidata que dois anos antes era desconhecida, nunca tinha pedido voto e nunca tinha disputado uma eleição. Foi uma excelente candidata e se saiu muito bem. Foi eleita e assumiu para substituir uma pessoa que saiu do governo com 87% de aprovação. É evidente que a presidenta Dilma entrou já com uma sombra. Será que ela vai conseguir fazer como ele? Será que vai ter a mesma sensibilidade para olhar as questões sociais? Será que vai ter a mesma preocupação de fazer crescer e desenvolver o país?</p>
<p>Além disso nós entramos este ano com uma preocupação grande na área econômica. Por um lado, nós entramos com a inflação do crescimento. Isso é um problema enorme. Quando bate a inflação cria um problema para o governo, cria um problema para as empresas e normalmente a conta da inflação vai bater no assalariado que não tem como repassar para ninguém, que continua com o seu salário desvalorizado e vai ter que pagar as contas do supermercado e o aluguel com a inflação. Essa era uma preocupação grande e o governo adotou medidas fortes. Tivemos que contingenciar o orçamento, tivemos que mexer na nossa política fiscal, a política do Banco Central fez uma inflexão para olhar estas questões todas e acho que hoje podemos dizer que fomos vitoriosos nesta questão.</p>
<p>A outra preocupação na área economica, tão grande ou talvez maior do que essa é a questão da crise internacional. Esta crise vem desde 2007, atingiu um ponto muito alto nos Estados Unidos em 2008, nos afetou e causou milhares e milhares de demissões. Eu lembro que de dezembro para janeiro de 2009 nós tivemos quase 650 mil demissões, principalmente na indústria brasileira. O governo na época agiu forte e conseguimos nos recuperar. O ano passado crescemos 7,5%, mas a crise continua lá fora, e neste ano de 2011 ela continua forte, especialmente na Europa. A Europa tem uma moeda única, que é o euro, mas as condições de desenvolvimento nos paises são desiguais. Então os paises da periferia deste continente não estão aguentando os efeitos da crise. Divida altíssima e juros altos.</p>
<p>O Brasil sempre foi considerado campeão em taxas de juros. A Itália está pagando juro igual ao do Brasil sendo que nós devemos 37% do nosso PIB e a Itália deve 120% do PIB! Então você imagine que situação! A Grécia quase quebrou, a Espanha está com desemprego de 22% a 24%. A Itália está com grandes dificuldades e isso pressiona o conjunto da economia européia com um problema para nós também. A Europa, se considerarmos todos os paises, é o maior comprador do Brasil. As nossas exportações, consideradas em conjunto, tem a Europa como maior destino. Essa é uma crise muito difícil de resolver. Do nosso ponto de vista, no Brasil, temos que fazer a mesma política que fizemos em 2008, baixar juros, diminuir as amarras fiscais e liberar crédito para a economia.</p>
<p>Esta crise é o segundo grande desafio e, apesar de todos os problemas lá fora, nós vamos ter um crescimento na ordem de 3,5%. Não vai ser um ano exuberante como o ano passado, mas, nós vamos salvar o ano e com um detalhe: o desemprego não aumentou. Vamos nos manter na faixa de 5,9%, um índice historicamente muito baixo para o Brasil e com ganho salarial para muitas categorias.</p>
<p>Na área política o governo conseguiu aprovar projetos importantes no Congresso. Lançamos o Plano Brasil Sem Miséria. Foram beneficiadas mais de 400 mil famílias que viviam na miséria e que não tinham qualquer assistência por parte do Estado, que sequer eram identificadas, em municípios quase sem estrutura, onde a pessoa não faz cadastro, não consegue receber o Bolsa Família, não consegue ser atendido na rede do SUS, não consegue colocar as crianças na escola, então este programa está fazendo uma busca. Em vez da gente ficar esperando as pessoas procurarem o Estado, o Estado está procurando e identificando as famílias mais necessitadas.</p>
<p>O programa de habitação do governo federal Minha Casa Minha Vida é um sucesso e uma consagração total. Aqui no Paraná nós tinhamos reservado para o estado 44 mil habitações e fechamos o ano com 53 mil habitações sendo construídas.</p>
<p>Paulo Bernardo</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18371" title="encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro4" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro4.jpg" alt="encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro4" width="650" height="432" /></p>
<blockquote><p>Um partido como o nosso, ao longo destes últimos 20 anos, foi consolidando a sua relação com o povo e os movimentos sociais em cima de suas teses, em cima de suas idéias. E nós tivemos êxito, nós estamos governando o país. Agora não são só as idéias do PT. As idéias do PT estão dentro das políticas de governo do Brasil!</p>
<p>Devemos olhar o quadro geral e apontar perspectivas de futuro para a cidade de Curitiba com vistas ao governo do Paraná, olhando a Região Metropolitana e o que vai acontecer em 2014. Não estamos em período de construção partidária ou apenas de marcar posição. Se é possivel a gente fazer uma ampla aliança com os partidos da base do governo, eu acho que a gente deve fazer e tentar definir esta eleição já no primeiro turno.</p>
<p>Angelo Vanhoni</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18378" title="encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro3" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro3.jpg" alt="encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro3" width="650" height="432" /></p>
<blockquote><p>A gente está comemorando muito este final de ano com a presidenta Dilma. Ela está com 72% de aprovação, fato inédito para um governante em primeiro ano de mandato, e o governo com 56%! O pessoal pergunta aí fora. Como ela conseguiu isso? É muito simples. É por que as pessoas julgam pelo que elas sentem no dia a dia, pelo que elas vem de mudança em sua vida, e a vida do povo brasileiro melhorou. Com toda esta crise internacional nós não tivemos problema de emprego no país. Eu estava agora na prefeitura por conta da Hora da Copa. O governo federal está colocando 181 milhões de reais aqui para fazer obras de mobilidade urbana para a copa do mundo. Eu fui até lá. O prefeito ía assinar a ordem de serviço para fazer as licitações e estava falando que Curitiba tinha diminuido a miséria e a pobreza. O nível de desemprego aqui é menor que 5%! Deve ser 4,2%, ou 4,3%. Falta gente qualificada e preparada para trabalhar. Claro que tem os méritos locais, mas, com certeza, o que faz esta diferença é a gestão da macro economia.</p>
<p>Eu queria dar um depoimento que foi muito emocionante. Há duas semanas atrás nos visitou no Palácio do Planalto a Christine Lagarde, que é responsável pelo Fundo Monetário Internacional. Foi a primeira vez que alguém do Fundo Monetário Internacional visita o Brasil para pedir dinheiro para ajudar os outros países. Isto é histórico! Eu não achei que ia ver isso, porque a gente lembra daquela figura do FMI com a bolsinha vir aqui ditando regras do que a gente tinha que fazer. Nós tinhamos que cortar salários, tinhamos que cortar investimentos, acabar com os Programas e era isso que ia melhorar, e quando nós começamos a fazer o inverso do que o Fundo pregava é que nós melhoramos a situação do país. E a Europa está fazendo exatamente o que o Fundo está dizendo e vai ser muito difícil para os europeus sairem do buraco em que estão. Nós estamos nos dispondo, junto com outros países sul-americanos a ajudar o Fundo Monetário Internacional.</p>
<p>Quando as pessoas colocam que o Brasil está bem, que a presidenta está bem, estão falando disso. Esse vai ser um dos natais que nós vamos ter com o maior índice de compras. As pessoas estão com recursos, nós estamos conseguindo fazer a distribuição de renda. Ontem a ministra Teresa Campello fez um balanço do País Sem Miséria. Nós já conseguimos ultrapassar a meta de inclusão do Bolsa Família com a Busca Ativa. Um país com busca ativa não espera a pessoa que está com dificuldade vir buscar o Estado, ele vai atrás da pessoa. Nós incluímos 407 mil famílias. Isso é muito significativo! Nós vamos cumprir a meta da inclusão total das pessoas que estão na linha da miséria.</p>
<p>Em 2014 o Brasil não vai mais ter população miserável. São muito poucos os países do mundo que tem isso! O mundo está olhando o Brasil de forma diferente. Quando a presidenta vai na ONU fazer um pronunciamento e todo mundo assiste é por isso. Porque há um respeito internacional pelo Brasil! É por isso que a presidenta tem 72 % de aprovação e que o governo tem 56% de aprovação. É um orgulho para nós e um orgulho para o Partido dos Trabalhadores.</p>
<p>Gleisi Hoffmann</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18377" title="encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro5" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro5.jpg" alt="encontro_militanciapetista_foto_gilsoncamargo_curitiba_2011_dezembro5" width="650" height="432" /></p>
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		<title>plano nacional de educação &#8211; leitura do relatório</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 23:37:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanhoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Foto: Reinaldo Ferrigno/Agência Câmara, 06/12/11.
O relator da proposta que estabelece o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020, deputado Angelo Vanhoni, apresentou seu parecer à Câmara Federal nesta terça-feira, 6 de dezembro. O texto encaminhado pelo parlamentar traz grandes avanços em relação à proposta do governo, com a inclusão de diversas emendas apresentadas pelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-18316" title="apresentacao_relatorio_pne_foto_reinaldoferrigno06_12_11bweb" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/apresentacao_relatorio_pne_foto_reinaldoferrigno06_12_11bweb1.jpg" alt="apresentacao_relatorio_pne_foto_reinaldoferrigno06_12_11bweb" width="650" height="991" /><br />
<em>Foto: Reinaldo Ferrigno/Agência Câmara, 06/12/11.</em></p>
<p><strong>O relator da proposta que estabelece o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020, deputado Angelo Vanhoni, apresentou seu parecer à Câmara Federal nesta terça-feira, 6 de dezembro. O texto encaminhado pelo parlamentar traz grandes avanços em relação à proposta do governo, com a inclusão de diversas emendas apresentadas pelos deputados. No que diz respeito à meta 20, que se refere ao financiamento, Vanhoni sugeriu o aumento do investimento público total em educação dos atuais 5% para pelo menos 8% do Produto Interno Bruto (PIB) em dez anos. Apesar de diversas entidades da sociedade civil e parlamentares pedirem a aplicação de 10% do PIB, a proposta elaborada pelo governo previa o aumento para 7%. O texto foi protocolado no dia 5 de dezembro, possibilitando à Comissão Especial o cumprimento das sessões regimentais para que a proposta seja votada ainda este ano.</strong></p>
<p><strong>A Comissão Especial do Plano Nacional de Educação aprovou na sessão de hoje requerimento para que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, compareça à Câmara para expor as razões do governo em relação à questão do investimento público em educação. A partir da apresentação do relatório, os deputados têm até 15 de dezembro para apresentar novas emendas. O relator Angelo Vanhoni prospecta a apresentação do substitutivo para o dia 16 de dezembro.</strong></p>
<blockquote><p>&#8220;Gostaria de agradecer o empenho e a dedicação que os funcionários da Câmara dos Deputados tiveram desde o primeiro momento da instalação desta Comissão até a data de hoje. Nós não terminamos ainda o nosso trabalho e vamos continuar por mais algum tempo, mas a possibilidade de trazer este roteiro de discussão a respeito do Plano Nacional foi um grande trabalho e contou com a colaboração de especialistas, de gente que se debruça sobre os problemas da educação em nosso país, como os nossos técnicos aqui da Câmara, o Ricardo, o Paulo, a Ana, a Carolina e outros, com muito afinco. Nós não tivemos problemas de tempo entre nós para poder chegar a este relatório.</p>
<p>Os problemas da educação em nosso país de certa maneira todos nós sabemos. A deputada Alice Portugal fez uma referência sobre o que aconteceu com a escola pública nestes últimos anos. Nós chegamos a universalizar a escola pública em nosso país mas deixamos de lado tanto a função do magistério como deixamos de lado a preocupação com a qualidade da escola pública, e agora nestes últimos anos, nós estamos tentando reverter, há uma tendência em nosso país de uma reversão de algo históricamente colocado nestes últimos 30 anos. Esta reversão eu gostaria de destacar com três atitudes que o Congresso Nacional e a sociedade brasileira tomaram em relação à educação.</p>
<p>Em primeiro lugar a constituição do Fundef e do Fundeb que é a criação institucional de um grande fundo que na realidade aponta para uma parceria entre estados, municípios e União para o financiamento da educação em nosso país. Esta legislação é um marco recente na história educacional brasileira. A outra é a emenda 59, da qual o deputado Rogério Marinho brilhantemente foi o relator, que retirou a possibilidade do governo remanejar o orçamento com as verbas designadas para a educação. A educação não faz mais parte da DRU, da desvinculação da receita, e junto com esta legislação dois avanços são importantes de serem consignados aqui hoje.</p>
<p>Primeiro a extensão da obrigatoriedade de 4 a 17 anos. A legislação anterior previa obrigatoriedade apenas dos 6 aos 14 anos, e nós estendemos esta obrigação constitucional para que o estado brasleiro absorva, acolha e entenda que deva fazer parte da educação obrigatória as crianças estarem na escola a partir dos 4 anos e os jovens até os 17 anos de idade. Esta é uma mudança de conceito importante para o disciplinamento do ordenamento jurídico, para as políticas públicas, para o envolvimento dos estados e municípios na busca da formação educacional do povo brasileiro. E a outra mudança importante é esta da qual o deputado Ivan Valente e o deputado Lelo Coímbra já fizeram menção: de que o plano nacional previsto na legislação deveria ter necessáriamente um índice, um percentual do PIB como referência de investimentos para as metas elencadas pelo Plano Nacional. A partir de 2009 para cá, dando prosseguimento à legislação, as entidades, o poder público municipal, o poder público dos estados, e com o estímulo determinado da União promoveu um amplo debate na sociedade fazendo com que as Conferências Municipais acabassem se afunilando numa grande Conferência Nacional debatendo os temas da educação brasileira que foi a Conae, que se realizou no primeiro semestre do ano passado.</p>
<p>O fruto da discussão da Conae, do diagnóstico feito sobre todas as etapas da educação brasileira, passando pela créche, passando pelo ensino médio, passando pelas dificuldades de transporte, pela educação de jóvens e adultos, pelos problemas da educação no campo, da educação indígena, da educação dos afrodescendentes, da educação para os quilombolas, entendendo também os problemas da educação especial, todo o debate que a sociedade brasileira trava hoje sobre a maneira mais coerente, a que tenha maior possibilidade de alcançar êxito sobre a inclusão daqueles que tem alguma necessidade especial, todos os debates a respeito da educação brasileira tiveram como meta e centralidade a discussão das Conferências combinadas na Conferência Nacional. O ensino superior, as políticas de avaliação, tanto do ensino superior como do ensino básico brasileiro, foram fruto de um amplo debate.</p>
<p>Este debate redundou numa peça que o poder executivo, o Ministério da Educação, enviou ao Congresso Nacional ainda sob a presidência do ex-presidente Lula, em 20 de dezembro de 2010. Este projeto consta de 12 artigos e de 20 metas. Diferente do plano nacional anterior, que tinha 290 metas, este tem 20 metas muito claramente definidas e nós optamos por conservar esta estrutura para que a sociedade facilmente se apodere destas 20 metas e possa compreender qual é o papel do estado em relação a educação em nosso país, desde a criança de 0 a 3 anos até a formação de mestres e doutores no regime de pós graduação em todo o território nacional.</p>
<p>Olhando os problemas do passivo que nós temos em nosso o país. Isto é, os índices de escolarização, nós precisamos alcançar uma média como os países mais desenvolvidos, que seja no mínimo de 12 anos de escolarização. Os problemas de analfabetismo que nós temos ainda, que chega a índices de 12% a 14%.  O analfabetismo funcional de jovens e adultos que é outro gravíssimo problema. O Plano Nacional se debruça sobre o passivo educacional brasileiro, pretende olhar para os problemas da educação do presente mas, sobretudo, apontando para o país do futuro, para a escola pública que nós queremos em 2023. Foi com este objetivo que nós procuramos produzir um relatório, um texto, um substitutivo que pudesse orientar, elencar as principais diretrizes na área da educação brasileira e que pudesse fazer a combinação que nós queremos: a inclusão no sistema educacional de todas as crianças em idade escolar, corrigir o passivo educacional que o país tem mas, sobretudo, garantir a qualidade do processo educacional em nosso país. Foi com esse objetivo que nós produzimos este relatório que estou agora, neste momento, trazendo a público para os senhores deputados.</p>
<p>Angelo Vanhoni</p></blockquote>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-18295" title="Sem Título-6a" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Sem-Título-6a.jpg" alt="Sem Título-6a" width="650" height="442" /><br />
</strong></p>
<p>Assista a íntegra dos <a href="http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/especiais/54a-legislatura/pl-8035-10-plano-nacional-de-educacao" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/especiais/54a-legislatura/pl-8035-10-plano-nacional-de-educacao?referer=');">vídeos da sessão da Comissão Especial</a> na página da Câmara Federal</p>
<p>Leia a <a href="http://portal.fatimabezerra.com.br/portal/_upimgs/FCK/PARECER_DO_RELATOR%20_PNE.pdf" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/portal.fatimabezerra.com.br/portal/_upimgs/FCK/PARECER_DO_RELATOR_20_PNE.pdf?referer=');">íntegra do relatório</a> apresentado pelo deputado Angelo Vanhoni</p>
<p>Acompanhe os <a href="http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/especiais/54a-legislatura/pl-8035-10-plano-nacional-de-educacao/arquivos/apresentacao-parecer" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/especiais/54a-legislatura/pl-8035-10-plano-nacional-de-educacao/arquivos/apresentacao-parecer?referer=');">gráficos</a> apresentados pelo relator</p>
<p>Leia <a href="http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/12/relator-de-plano-de-educacao-diz-que-projeto-deve-vigorar-ate-o-fim-de-2022.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/12/relator-de-plano-de-educacao-diz-que-projeto-deve-vigorar-ate-o-fim-de-2022.html?referer=');">matéria de Ana Carolina Moreno publicada pelo G1 em 08/12/2011</a></p>
<p><strong>Resenhamos abaixo as ponderações do deputado Angelo Vanhoni a respeito das metas do PNE e os pontos de avanço do relatório em relação ao texto encaminhado pelo governo.</strong></p>
<p><em>Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população até 3 anos.</em></p>
<blockquote><p><strong>Situação atual: Pré escola, crianças de 4 a 6 anos. Temos 4,7 milhões de matrículas. Nós precisamos incluir 1 milhão de crianças<em>.</em> O número vai para 5,8 milhões. Nós estamos mantendo a meta, o valor pago pelo governo é de R$ 2.252,00. Nós estamos propondo o valor de R$ 2.904,00.</strong></p></blockquote>
<p><strong> </strong><em>Meta 2: Criar mecanismos para o acompanhamento individual de cada estudante do ensino fundamental.</em></p>
<blockquote><p><strong>Ensino fundamental: São 31 milhões de matriculados. O MEC propõe 29 milhões de matriculados em 2020. Isto é uma diferença do bônus demográfico. O censo do IBGE nos aponta que está havendo um declínio do crescimento da população nos próximos anos. O MEC já considerou o bonus demográfico e nós também estamos considerando. O MEC coloca o custo de R$ 2.632,00 e o custo do CAQi nosso é de R$ 2.745,00.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária.</em></p>
<blockquote><p><strong>Ensino médio: a situação atual é de  8,3 milhões de alunos. Aqui está um dos graves problemas da educação brasileira. Nós estamos querendo fazer a correção e incluir perto de 1,5 milhão de jovens e chegar ao número de 10,2 milhões. O MEC está propondo, nós também estamos mantendo esta meta e temos um outro valor, o de R$ 2.793,00 enquanto o do MEC é de R$ 2.632,00.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.</em></p>
<blockquote><p><strong>Educação especial: Esta é uma diferença que tem da proposta original enviada pelo governo. A situação atual é de 700 mil matriculados na rede. O gasto disso é de R$ 2.2 milhões.  O PL enviado pelo governo federal fala em universalizar o ensino de 3 a 17 anos de idade mas, não estipula gastos. Nós estamos adotando uma outra metodologia. Os dados do censo é de que temos no mínimo 2 milhões com deficiência grave ou gravíssima. Este dado foi publicado agora recentemente, e tem muita gente fora da escola. Nós estamos fazendo o gasto equivalente a R$ 3.569,00, que é o gasto no ensino fundamental acrescido de um percentual, porque a educação especial exige um acréscimo do ponto de vista do atendimento, e além disso, aquele que está no ensino regular, se for atendido numa outra escola também tem que contar em dobro o atendimento gasto pelo aluno. Nós estamos estipulando um valor do PIB para a educação especial que a proposta original do governo não estipula.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os 8 anos de idade.</em></p>
<blockquote><p><strong>56% das crianças com até 8 anos estão alfabetizadas hoje. A meta é de alfabetizar 100%,  e a meta não tem custo porque está diluido no sistema. Nós concordamos com o governo.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 6: Oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica.</em></p>
<blockquote><p><strong>Aqui há um diferença significativa. Nós mudadmos o conceito da meta. A meta diz o seguinte: 50% das escolas do ensino básico brasileiro. Nós estamos mudando para 25% das matrículas do ensino básico brasileiro. Por que mudamos? Porque achamos que fica mais preciso, diz diretamente o que nós queremos atingir, que é 11,3 milhões de matrículas em todo o território nacional. Qual é a diferença financeira? O governo fez um cálculo levando em conta o programa Mais Educação, que é uma ajuda de R$ 370,00 para uma escola em regime integral sob o regime do Mais Educação. Nós estamos trabalhando com um outro valor que é o de R$ 2.333,00 porque nós achamos que devemos passar da transição do Mais Educação para um regime integral de jornada mesmo, de duplicidade de jornada, para que as crianças tenham uma concepção pedagógica, com  diretrizes pedagógicas, para que o curriculum seja organizado para o regime integral e não apenas entender o regime de contraturno como se fosse um regime para de alguma forma ocupar as crianças. Não. É uma educação integral como deve ser, como a LDB prevê e como nós queremos que seja. Neste sentido nós estamos acrescendo uma quantia substancial na modificação da política que o Ministério da Educação tem na educação integral.</strong></p>
<p><strong>Se nós, com esses 11 milhões, que é 25% da escola básica do Brasil daqui há 10 anos estivermos com esta proposta realizada, eu não tenho dúvida de que a qualidade da educação em nosso país vai mudar. Nós podemos incorporar praticamente a pré escola toda, aqui não está computada a creche, que nós estamos considerando que a creche é de regime integral, mas a pré escola de 4 a 6 anos e as séries iniciais do ensino fundamental e as séries de 5 a 6 também podem estar abrangidas por este percentual de estudantes no Brasil inteiro.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 7: Atingir as médias nacionais para o Ideb já previstas no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE)</em></p>
<blockquote><p><strong>Nós mantivemos o Ideb. Há uma discussão sobre os sistemas de avaliação. Nós debatemos aqui na Câmara dos Deputados, e este debate continua. Ele perpassa as instâncias da educação, os Conselhos Estaduais e o Conselho Nacional. O Brasil está consolidando uma política de avaliação do sistema educacional para orientar as políticas públicas. Nós incorporamos algumas emendas que de alguma forma aprofundam uma visão estratégica do sistema de avaliação. Incorporamos emendas de diversos deputados, ma,s nós mantivemos a proposta que o MEC  enviou do Ideb porque esta proposta consta de praticamente todas as redes municipais de ensino no nosso país. Já foi conveniado com os municípios e com os governos. Acho que estas metas serão superadas antes do prazo. No entanto, para efeito da discussão, nós preferimos manter estas metas do que abrir um processo de discussão com todos os municípios e abrir um processo de discussão com todos os estados. É um processo de conveniamento, o governo federal não faz isso só por decisão própria, teve que ter o acordo das redes municipais porque é um regime federativo, então, nós mantivemos a meta do Ideb.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional.</em></p>
<blockquote><p><strong>Aqui talvez esteja o maior alcance social para que nós possamos diminuir estas diferenças em nosso país. Esta meta é direcionada aos 25% da população mais pobre. Ela procura combater as desigualdades do povo do campo, do povo mais pobre e dos afrodecendentes do ponto de vista da escolarização média em nosso pais. Esta é uma meta que os custos estão diluidos no sistema porque o sistema todo dá conta, se a gente tiver vontade política, de realizar essa média de 12 anos de escolaridade para toda a populaçao tendo como prioridade os 25% da população mais pobre em todo o país.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.</em></p>
<blockquote><p><strong>A Educação de Jovens e Adultos (EJA). Nós estamos trabalhando com o número de 14 milhões de analfabetos. A proposta do MEC não dimensiona custos, acha que os custos estão dentro do sistema. Nós estamos dimensionando este custo que para nós é de R$ 2.193,00 por aluno. Nós estamos dimensionando custos que não estão no projeto original. Hoje a situação atual é de 14 milhões de analfabetos funcionais, sendo que 900 mil estão matriculados. O MEC está propondo escolarizar 50% deste percentual e nós estamos propondo escolarizar 100% , além de apontar custos.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos na forma integrada à educação profissional nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.</em></p>
<blockquote><p><strong>No EJA Profissionalização nós temos hoje 52 mil alunos. A meta é chegar a 845 mil. Estamos mantendo a meta do governo  e arredondando para chegar a 850 mil e o custo por aluno é de R$ 3.569,00.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 11: Duplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta.</em></p>
<blockquote><p><strong>Aqui tem uma mudança grande de conceito e também do ponto de vista das metas. A situação atual é de 1 milhão e 100 mil matriculados sendo destes 600 mil na rede pública. O gasto atual é de R$ 2 milhões. O projeto original do governo prevê 2.3 milhões de matrículas no ensino profissionalizante. Nós estamos propondo triplicar este número e chegar em 2022 com 3,4 milhões de matriculados sendo 1,7 milhão na rede pública.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.</em></p>
<blockquote><p><strong>A situação atual do ensino superior é de 6 milhões de matriculados, sendo 1.6 milhão na rede pública, somando as municipais, estaduais e federais. O governo está propondo chegar a 11 milhões de matriculados, sendo 3 milhões na rede pública. 50% presencial e 50% à distância. Esta é a proposta original.</strong></p>
<p><strong>A nossa proposta é aumentar para 12 milhões de matriculados sendo 4 milhões na rede pública com 70% de ensino presencial e 30% de ensino à distância. Isto tem um peso porque o custo do ensino presencial é de R$ 15.500,00 e o do ensino à distância é de R$ 3.100,00. Então tem uma diferença muito grande sob o ponto de vista orçamentário. Esta mudança é bastante audaciosa. Nós chegamos a 800 mil alunos na rede pública federal do Brasil em 100 anos e nós estamos, no prazo de 10 anos acrescentando mais 1 milhão.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 13: Elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de educação superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores.</em></p>
<blockquote><p><strong>Hoje nós temos 63% dos docentes do ensino superior titulados, 27 % são doutores. A proposta do MEC é que 75% dos docentes sejam titulados e 35% doutores. Nós estamos propondo a manutençao desta meta. É uma meta sistêmica, que vê o ensino superior como um todo, entendendo o sistema de nível superior privado, o filantrópico, e o público estadual e federal.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores. 9 estratégias.</em></p>
<blockquote><p><strong>Hoje nós temos 35 mil mestres e 11 mil doutores. O MEC está propondo passar para 60 mil mestres e 25 mil doutores. Nós estamos propondo formar 70 mil mestres e 35 mil doutores. O gasto disso é de 4.5 bilhões.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios, que todos os professores da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.</em></p>
<blockquote><p><strong>Hoje nos temos 60% de professores na formação básica com curso superior. O MEC está propondo 100%. Nós também estamos propondo 100%. O gasto está incluído na formação.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 16: Formar 50% dos professores da educação básica em nível de pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação continuada em sua área de atuação.</em></p>
<blockquote><p><strong>25% dos professores da educação básica tem pós graduaçaõ. O MEC está propondo aumentar para 50% dos professores da educação basica com pós graduação. Nós estamos alterando o custo. O MEC faz o calculo de 1 ano para a pós graduação e nos estamos considerando 1 ano e meio, que é o tempo minimo para completar o mestrado, por isso o nosso valor é maior. O MEC estipulou em R$ 780 milhões e nós estamos passando este custo para R$ 1.7 bilhão.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 17: Valorizar o magistério público da educação básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente.</em></p>
<blockquote><p><strong>Aqui uma das principais metas e talvez individualmente a meta que tem o maior peso no conjunto do plano. O salário hoje da educação básica é 60% do que ganha um profissional com nível equivalente de escolaridade.</strong></p>
<p><strong>O MEC está propondo chegar em R$ 2.796,00 nos próximos 10 anos. Nós estamos mantendo a meta com um valor a mais. Estamos considerando o aumento de professores na rede, porque até 2016 nós temos que universalizar a educação infantil. Estamos estimando o número de professores necessários para a complementação do sistema, seja na créche, seja na educação infantil em todo o terrritório nacional. Nós estamos trabalhando com um universo de 2 milhões e meio de professores. O MEC trabalha com um universo de 1 milhão e 900. Daí a discrepância de valores.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 18: Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais do magistério em todos os sistemas de ensino.</em></p>
<blockquote><p><strong>50% dos docentes de educação básica não tem plano de carreira. Nós estamos propondo 100% dos professores de educação básica com plano de carreira. Nós estamos mantendo a meta. A meta nao tem custo específico mas nós achamos que tem. Achamos que o MEC deveria fazer seminários, deveria estimular os municípios, as redes públicas estaduais, fazer conveniamento com estados e municípios, organizar planos de formação de gestores, de formação de plano de cargos e salários. Nós achavamos que tínhamos que ter um dinheiro reservado para esta atividade em todo o território nacional. Resolvemos não consignar recursos em função das discussões com a área das finanças a respeito do conjunto do índice. Não só para os professores, mas para todos os profissionais do magistério e os técnicos administrativos que fazem parte do processo educacional.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 19: Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a nomeação comissionada de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à participação da comunidade escolar.</em></p>
<blockquote><p><strong>Esta meta prevê a escolha de diretores escolares considerando o mérito e a participação da comunidade. Nós mudamos a redação, conservamos o principio da escolha de diretores e a participaçao da comunidade. Só mudamos a redação da meta e deixamos, na estratégia 19.1 toda a redação, porém fazendo uma indução de que o MEC priorize, do ponto de vista de conveniamento em todos os seus planos, aqueles que se definirem com legislação própria a respeito da gestão democrática nas escolas. Nós não entendemos a gestão democrática apenas como a eleição do diretor ou a existência de Conselhos, mas, é um conjunto de variantes que faz com que uma unidade escolar se baseie numa gestão democrática. Desde a participação da comunidade até a designação de gestores e a eleição de diretores pelos critérios que forem definidos pelas redes municipais e estaduais.</strong></p></blockquote>
<p><em>Meta 20: Ampliar progressivamente o investimento público em educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.</em></p>
<blockquote><p><strong>A situação do financiamento público quando nós começamos a estudar o Plano era de 4.94% do PIB. Hoje está perto de 5.1%. O MEC mandou o texto para a Câmara Federal com o índice de 7% e a nossa proposta é de 8% do PIB.</strong></p></blockquote>
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		<title>ensino médio profissionalizante &#8211; anúncio da construção do instituto federal tecnológico em união da vitória/pr</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 22:46:59 +0000</pubDate>
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O Partido dos Trabalhadores de União da Vitória/PR promoveu encontro nesta sexta feira, 11/11/2011, para anunciar a instalação de um Instituto Tecnológico Federal na cidade. A iniciativa foi do ex-deputado estadual Pedro Ivo Ilkiv (em pé, na imagem acima). A reunião contou com a presença de lideranças e representantes dos municípios vizinhos, prefeitos e vereadores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-18005" title="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro10" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro10.jpg" alt="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro10" width="650" height="432" /></p>
<p><strong>O Partido dos Trabalhadores de União da Vitória/PR promoveu encontro nesta sexta feira, 11/11/2011, para anunciar a instalação de um Instituto Tecnológico Federal na cidade. A iniciativa foi do ex-deputado estadual Pedro Ivo Ilkiv (em pé, na imagem acima). A reunião contou com a presença de lideranças e representantes dos municípios vizinhos, prefeitos e vereadores, dos deputados federais Angelo Vanhoni e Assis do Couto, do deputado estadual Péricles de Mello e do pró-reitor de Administração e Infraestrutura do Instituto Federal do Paraná, Paulo Yamamoto.</strong></p>
<p><strong>Os Ifets integram uma política de ampliação do ensino técnico e profissionalizante em curso no país desde 2008. Para isso foi necessário o empenho do Congresso Nacional em transformar a legislação possibilitando investimentos do governo federal no ensino médio, o que antes era uma atribuição exclusiva dos estados e municípios. Um dos aspectos estruturais desta política, gestada durante o governo Lula, é a percepção de uma enorme lacuna na formação profissional dos jovens brasileiros, tradicionalmente vinculada ao ensino superior, com um pequeno número de vagas ofertadas pela rede pública e a consequente exclusão da maioria dos jovens do acesso à formação profissional.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Os Ifets cumprem ainda um papel estratégico na formação de professores nas áreas de ciências e tecnologias para suprir a grande carência destes profissionais no Brasil, além de estimular o desenvolvimento regional, formando profissionais capacitados em todo o território nacional para atender as demandas do mercado de trabalho de acordo com as especificidades de cada localidade.</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-18195" title="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro29" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro29.jpg" alt="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro29" width="650" height="432" /></strong></p>
<blockquote><p>Nós somos uma região do Paraná que é totalmente diferente. Temos aqui uma diversidade cultural como poucas que ocorrem no nosso Estado, com os poloneses, ucranianos e os faxinais. Temos a questão ambiental, pois os remanescentes das florestas existentes no Paraná estão nesta região. Nós temos municípios com 85% a 90% da população em área rural. Por outro lado, nós também somos responsáveis por 30% da produção de portas e janelas do Brasil. A questão das águas, as lindas cachoeiras de União da Vitória e de Prudentópolis, que é o segundo município em número de cachoeiras, todas nascem aqui na Serra da Esperança. O rio Iguaçu quando se aproxima de Porto Amazonas aumenta a sua vazão em 10 vezes o volume de água, porque aqui é um berçário de águas. Então, é muito complexo conviver neste ambiente, conciliar a natureza, tendo uma população tão elevada na área rural e ser um grande produtor de portas e janelas no setor madeireiro. Isso demonstrava que nós tinhamos qualificação e que seria importante recebermos um Instituto Técnico Federal. É bem verdade que foram várias as lutas e que estes institutos não vieram por acaso para o Paraná. Foi um esforço de nossas lideranças políticas que lutaram para que o IFET viesse para União da Vitória e, por último, teve uma interferência decisiva da ministra Gleisi Hoffmann.</p>
<p>Pedro Ivo Ilkiv</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18003" title="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro12" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro12.jpg" alt="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro12" width="650" height="979" /></p>
<blockquote><p>A criação do instituto prevê que a oferta das vagas se distribua da seguinte forma: 50% das vagas para a formação técnica e profissional, 20% das vagas para a licenciatura e formação de professores e 30% para graduação e pós graduação. Este é o perfil que nós temos que seguir.</p>
<p>Inicia-se agora o processo de implantação. O primeiro passo é a doação do terreno, depois vem o projeto de engenharia e o lançamento do edital de concorrência para a execução das obras. O prazo hábil estimado para que possamos ofertar os cursos regulares é de 1 ano e meio a 2 anos. Nós temos uma equipe de implantação que está fazendo os estudos para detectar e levantar as necessidades locais e regionais. Esperamos que o campus de União da Vitória possa ser modelo não só para o Paraná, mas para todos os Ifets do Brasil.</p>
<p>Paulo Yamamoto, pró-reitor de Administração e Infraestrutura do Instituto Federal do Paraná</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18012" title="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro15" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro15.jpg" alt="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro15" width="650" height="432" /></p>
<blockquote><p>O governo federal está começando a pagar uma divida com o país e também com a região de União da Vitória, que tem um potencial muito grande de desenvolvimento. Há dez anos atrás não tinhamos uma política educacional profissionalizante no Brasil. O governo federal estava praticamente impedido de dar dinheiro para uma prefeitura ou para os governos dos estados investirem na educação profissional. O ex-presidente Lula e sua equipe tiveram um novo entendimento do processo educacional, entenderam que o jovem, ao completar 17 anos de idade, tem que ter uma educação profissional para poder entrar no mercado de trabalho e garantir a sua sobrevivência. Além disso temos uma enorme carência de professores nas áreas de ciências e tecnologias em nosso país. A presidenta Dilma esta dando continuidade a este projeto trazendo mais 7 Institutos Tecnológicos Federais para o nosso estado. O Brasil precisa se preparar para o futuro e é atraves do conhecimento que vamos construir o país que sonhamos, respeitando o direito de nossos jovens de desenvolverem sua autonomia e terem acesso a uma formação profissional.</p>
<p>Angelo Vanhoni</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18002" title="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro14" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro14.jpg" alt="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro14" width="650" height="432" /></p>
<p><em>Fotos: <a href="http://www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=1&amp;PHPSESSID=ce379231c650eb2b84eeb000cc9e5b6d" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=1_amp_PHPSESSID=ce379231c650eb2b84eeb000cc9e5b6d&amp;referer=');">Gilson Camargo</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>turismo e desenvolvimento regional &#8211; estrada de ferro e estação central de porto união da vitória/pr</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 22:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanhoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades: União da Vitória]]></category>
		<category><![CDATA[Índice]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento regional]]></category>
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Mais conhecida como Maria Fumaça ou simplesmente “310”, a locomotiva acima pertenceu à rede Viação Paraná-Santa Catarina e à Rede Ferroviária Federal, foi desativada e virou monumento aos ferroviários enquanto ficou estacionada por 28 anos na Praça Visconde de Nácar. Recuperada recentemente, se tornou um dos principais atrativos das cidades de União da Vitória/PR e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-18050" title="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro20" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro20.jpg" alt="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro20" width="650" height="432" /><br />
<em>Mais conhecida como Maria Fumaça ou simplesmente “310”, a locomotiva acima pertenceu à rede Viação Paraná-Santa Catarina e à Rede Ferroviária Federal, foi desativada e virou monumento aos ferroviários enquanto ficou estacionada por 28 anos na Praça Visconde de Nácar. Recuperada recentemente, se tornou um dos principais atrativos das cidades de União da Vitória/PR e Porto União/SC.<br />
</em></p>
<p><strong>A linha-tronco da Rede de Viação Paraná-Santa Catarina (RVPSC,  1942-1975) Itararé-Uruguai, teve a sua construção iniciada em 1896 e o  seu primeiro trecho aberto em 1900, entre Piraí do Sul e Rebouças,  entroncando-se em Ponta Grossa com a Estrada de Ferro Paraná. Ao Sul,  atingiu União da Vitória em 1905 e Marcelino Ramos, no Rio  Grande do Sul, em 1910. Trens de passageiros, inclusive o famoso Trem  Internacional São Paulo-Montevideo (este entre 1943 e 1954) passaram anos por sua linha. Em 1995, o trecho Engenheiro Gutierrez-Porto  União foi erradicado e o trecho Porto União-Marcelino Ramos é utilizado  hoje apenas por trens turísticos de periodicidade irregular (caso  do passeio da Maria Fumaça) e trens de capina.</strong></p>
<p><strong>A cidade de União da Vitória, junto com Porto União, se tornou o foco da Guerra do Contestado entre os anos de 1912 e 1916; uma guerra civil com duração de quatro anos desencadeada após a iniciativa do governo brasileiro de ceder em pagamento pela construção da ferrovia São Paulo-Rio Grande as terras marginais à estrada numa faixa de 15 quilômetros de largura. Sede do Quartel General e campo de pouso das primeiras aeronaves em ações bélicas no país, o conflito reuniu as polícias estaduais, exército e milícias da Lumber Colonization (empresa encarregada de construir a estrada de ferro) para retirar, a força, sertanejos, índios, pequenos proprietários ou apenas posseiros das terras no trajeto da estrada.</strong></p>
<p><strong>A guerra terminou com um acordo de limites assinado pelos Estados do Paraná e Santa Catarina em 1917, com milhares de sertanejos mortos, feridos, prisioneiros e miseráveis andarilhos circulando pela região, chegando às cidades pela mesma ferrovia que lhes tirara as terras.</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-18163" title="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro23" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro23.jpg" alt="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro23" width="650" height="377" /></strong></p>
<p><strong>No mesmo local é possível conhecer a Estação Ferroviária União,  uma  das mais belas do interior do Brasil. Constituída de dois corpos   iguais, um em cada Estado que, unidos por enorme arco, carregam parte da   história e sugerem o resgate da união, do povo e da terra, dividida ao   final do conflito.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Conhecidas como “Gêmeas do Iguaçu” as duas cidades possuem ainda hoje atrativos que se completam no território de cada município. Na Rota dos Tropeiros, caminho para alcançar o mercado de Viamão/SP, situa-se o local de passagem do gado pelo Rio Iguaçu, o Marco da Divisa e a área onde aportavam os vapores que deram motivação ao nome da cidade de Porto da União, além de inúmeras e belas cachoeiras.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17993" title="sr_antoniopaes_uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/sr_antoniopaes_uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro.jpg" alt="sr_antoniopaes_uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro" width="650" height="979" /><br />
<em>Sr. Antônio Xavier Paes, 76 anos. Mecânico da locomotiva, foi supervisor da manutenção de trens da extinta Rede Ferroviária Federal, em União da Vitória de 1960 a 1990.</em><em><a href="http://www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=1&amp;PHPSESSID=ce379231c650eb2b84eeb000cc9e5b6d" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=1_amp_PHPSESSID=ce379231c650eb2b84eeb000cc9e5b6d&amp;referer=');"></a></em></p>
<blockquote><p><strong>Segundo o último levantamento, restam hoje em todo o Brasil 419 locomotivas a vapor. Destas, trafegando em trens turísticos não existem mais que 20 e, no Paraná, esta é a única funcionando. O trem é um marco histórico do desenvolvimento da região.</strong><em> </em></p>
<p><em>Antônio Xavier Paes<br />
</em></p></blockquote>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 840px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">
<p>Um roteiro para quem quer  passar o dia em contato com a natureza e conhecer parte da história do  Paraná: belas cachoeiras (Campo Alto, 50m de altura; Cintura de Noiva,  40m de altura, Cachoeira da Gruta, Piscina), a Gruta da Nossa Senhora da  Salette, uma histórica Igreja Ucraniana e o Parque Histórico Iguassú.</p>
<p>O Parque segue a característica de um Museu ao Ar Livre. Conta a  história da ocupação ao longo do vale do rio Iguaçu, da região  centro-sul do Estado do Paraná incluindo aspectos sócio econômicos da  colonização, desenvolvimento da cultura, modos de vida, religiosidade e  tradições.</p>
<p>Foram recriados ambientes que caracterizam os diversos períodos da  colonização e restaurados equipamentos de transformação de produtos  agrícolas reconstituindo os ciclos econômicos: moinho colonial, engenho  de erva mate (barbaquá), moenda, monjolo, atafona (beneficiamento de  farinha de mandioca).</p>
<p>Uma trilha denominada “Caminho Histórico do Paraná” está sendo criada  para retratar o ciclo histórico desde os primeiros habitantes  indígenas, as primeiras expedições militares, tropeiros e o Contestado e  os ciclos econômicos da erva mate e da madeira.</p>
<p>Com agendamento, o Parque oferece almoço e passeios de barco na  represa de Foz do Areia fazendo aproximação às cachoeiras do Rio  Palmital e do Tigre. A capacidade máxima do barco C. Iguassu é de 15  pessoas</p>
<p>Os passeios da Rota Sul são comercializados pelas Agências Caminhos  do Iguassú e a Centrus Idiomas e Viagens. Grupo mínimo: 08 pessoas.</p>
<p>City Tour<br />
Conheça os principais atrativos de União da Vitória, a  cidade que, junto com Porto União, se tornou o foco da Guerra do  Contestado entre os anos de 1912 e 1916. Sede do Quartel General e campo  de pouso das primeiras aeronaves em ações bélicas no país, o conflito  reuniu as polícias estaduais, exército e milícias da Lumber Colonization  para retirar – a força – sertanejos, índios, pequenos proprietários ou  apenas posseiros das terras no trajeto da estrada de ferro.</p>
<p>Uma verdadeira guerra civil com duração de quatro anos desencadeada  após a iniciativa do governo brasileiro de ceder em pagamento &#8211; pela  construção da ferrovia São Paulo – Rio Grande, as terras marginais à  estrada numa faixa de 15 quilômetros de largura, de cada lado.</p>
<p>A guerra termina com um Acordo de Limites assinado pelos Estados do  Paraná e Santa Catarina em 1917 com milhares de sertanejos mortos,  feridos, prisioneiros e miseráveis andarilhos trôpegos e famintos  circulando pela região, chegando às cidades pela mesma ferrovia que lhes  tirara as terras.</p>
<p>Diz-se que por comodismo, a divisão do território na área central das  cidades acompanhou o trajeto da estrada de ferro o que traz, hoje, uma  condição quase única de, estando com um pé de cada lado, vivenciar a  sensação de alcançar – em um só momento &#8211; os dois Estados.</p>
<p>Na mesma área é possível conhecer a Estação Ferroviária União, uma  das mais belas do interior do Brasil. Constituída de dois corpos iguais,  um em cada Estado e, unidos por enorme arco, carrega parte da história e  sugere o resgate da união &#8211; do povo e da terra &#8211; dividida ao final do  conflito.</p>
<p>Conhecidas como “Gêmeas do Iguaçu” as duas cidades possuem ainda hoje  atrativos que se alternam e se completam no território de cada  município. Na Rota dos Tropeiros, caminho para alcançar o mercado de  Viamão/SP, vale a pena conhecer o local de passagem do gado pelo Rio  Iguaçu, chamado de Vau; o pequeno monumento que resgata a lembrança das  grandes enchentes, o Marco da Divisa e a área onde aportavam os vapores  que deram motivação ao nome da cidade: Porto da União.</p>
<p>As cercanias das praças Hercílio Luz e Coronel Amazonas e parte da  Rua Carlos Cavalcanti trazem a paisagem comum das cidades com destaque a  um bom número de construções da década de 30 de estilo “eclético” e  “art-deco”.</p>
<p>Mas é o ambiente natural, a paisagem que se vislumbra a partir do  Morro do Cristo onde está a imagem do Sagrado Coração de Jesus (2ª maior  do Brasil) e do Morro da Cruz – com sua Gruta do Monge João Maria que  reflete a beleza cênica das cidades: o Rio Iguaçu, as três pontes (não  deixe de ver a Ponte do Arco), as principais igrejas e o próprio rio  serpenteando ao redor de casas, prédios e do Parque Ambiental Ary de  Queirós.</p>
<p>Este roteiro pode ser adaptado de acordo com o interesse e tempo  disponível do grupo. Agências que comercializam: Agência Caminhos do  Iguassú e Centrus Idiomas e Viagens.</p>
<p>Passeios de Maria Fumaça<br />
Neste passeio você irá reviver a  experiência dos primeiros viajantes que cruzaram de trem os Estados do  Paraná e Santa Catarina em direção ao sul do Brasil. A locomotiva foi  construída nos Estados Unidos em 1913 e batizada com o número 310.</p>
<p>Mais conhecida como Maria Fumaça ou simplesmente “310”, pertenceu à  rede Viação Paraná &#8211; Santa Catarina e depois à Rede Ferroviária Federal  S/A. Com o advento das rodovias a “310” foi desativada e ganhou vida  como monumento aos ferroviários enquanto ficou estacionada por 28 anos  na Praça Visconde de Nácar. Recuperada recentemente se tornou um dos  principais atrativos das cidades.</p>
<p>O passeio é realizado pela Associação Amigos do Trem com saídas da  Estação Ferroviária União seguindo até a Estação de Engenheiro Melo em  Porto União – SC. Neste trajeto de seis quilômetros a Maria Fumaça passa  pela área central das cidades exatamente sobre a divisa dos Estados e  um túnel. Ainda na Estação União é possível conhecer a história da  ferrovia através de uma exposição de fotos antigas.</p>
<p>Os passeios são realizados sob agendamento. Agências que  comercializam: Agência Caminhos do Iguassú, Centrus Idiomas e Viagens e  Associação Amigos do Trem.</p>
<p>Passeios de Barco Caminhos do Iguassu<br />
União da Vitória é cercada  pelo Rio Iguaçu em todo o seu entorno e é a porta de entrada de todo  sistema de geração de energia do Estado do Paraná. As represas oferecem  uma enorme variedade de atividades esportivas e de lazer, especialmente o  turismo fluvial.</p>
<p>Há 30 km da cidade está localizado o Parque Histórico Iguassu local  de partida do barco C.Iguassu I para passeios no Lago da Usina de Foz do  Areia.</p>
<p>Os passeios complementam as atividades histórico culturais no Parque  oferecendo uma rara oportunidade para apreciar a natureza em contato  direto com a água. Com o barco são oferecidos passeios de aproximação às  cachoeiras do Rio Palmital e do Tigre.</p>
<p>Dependendo da temperatura e dos níveis do lago esta aproximação  inclui banho de cachoeira ou pequenas caminhadas entre as corredeiras.<br />
Os  passeios têm duração média de 1 hora podendo ser ampliado em função  interesse ou necessidade do turista. O barco tem capacidade máxima para  grupos de 15 pessoas podendo – porém – realizar passeios dentro das  demandas do turista.</p>
<p>Os passeios são comercializados pelas Agências Caminhos do Iguassú, a Centrus Idiomas e Viagens e pelo Parque Histórico Iguassu.</p>
<div class="borda">
<h1>Regiões Turísticas</h1>
<ul>
<li><a href="http://ecoviagem.uol.com.br/brasil/parana/regiao-turistica/centro-sul-do-parana/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/ecoviagem.uol.com.br/brasil/parana/regiao-turistica/centro-sul-do-parana/?referer=');">Centro-Sul do Paraná &#8211; PR</a></li>
</ul>
</div>
<div class="borda">
<h1>Localização</h1>
<p>União da Vitória está localizada a 237 km da capital do estado.</p></div>
<h1>Acesso</h1>
<p>Por terra: União da Vitória tem como acessos principais as rodovias federais BR-153, BR-476, e as rodovias</p></div>
<p><em><a href="http://www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=1&amp;PHPSESSID=ce379231c650eb2b84eeb000cc9e5b6d" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=1_amp_PHPSESSID=ce379231c650eb2b84eeb000cc9e5b6d&amp;referer=');"></a></em></p>
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		</item>
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		<title>debate sobre o plano nacional de educação &#8211; união da vitória/pr</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 21:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanhoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades: União da Vitória]]></category>
		<category><![CDATA[Índice]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[plano nacional de educação]]></category>
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		<description><![CDATA[
A cidade de União da Vitória sediou debate sobre o Plano Nacional de Educação nesta sexta feira, 11/11/2011. O evento foi uma iniciativa do ex-deputado estadual Pedro Ivo Ilkiv em parceria com a prefeitura de União da Vitória, a APP Sindicato e os municípios de Paula Freitas, General Carneiro, Bituruna, Antônio Olinto, São Mateus do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-18272" title="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro16" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro161.jpg" alt="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro16" width="650" height="432" /></p>
<p><strong>A cidade de União da Vitória sediou debate sobre o Plano Nacional de Educação nesta sexta feira, 11/11/2011. O evento foi uma iniciativa do ex-deputado estadual Pedro Ivo Ilkiv em parceria com a prefeitura de União da Vitória, a APP Sindicato e os municípios de Paula Freitas, General Carneiro, Bituruna, Antônio Olinto, São Mateus do Sul e São João do Triunfo.</strong></p>
<p><strong>O Plano Nacional de Educação definirá as metas e estratégias que vão orientar as políticas educacionais no país para os próximos 10 anos. A Comissão Especial da Câmara Federal que analisa a proposta vem percorrendo as cinco regiões do Brasil, promovendo debates e audiências públicas para ampliar a participação da sociedade civil e identificar as demandas específicas de cada localidade.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O deputado Angelo Vanhoni antecipou que a leitura do relatório está marcada para a semana que sucede o feriado de 15 de Novembro, durante sessão da <a href="http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/especiais/54a-legislatura/pl-8035-10-plano-nacional-de-educacao" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/especiais/54a-legislatura/pl-8035-10-plano-nacional-de-educacao?referer=');">Comissão Especial do Plano Nacional de Educação</a>, na Câmara Federal.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17990" title="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro3" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro3.jpg" alt="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro3" width="650" height="432" /><em><br />
Da esquerda para a direita: Marlei Fernandes, presidente da APP-Sindicato, Carlos Alberto Young, prefeito de União da Vitória, Angelo Vanhoni, Paulo Yamamoto, pró-reitor do IFPR, e Kurt Nielsen, prefeito de Porto Vitória.</em></p>
<blockquote><p>A região de União da Vitória e dos municípios vizinhos precisa do apoio do governo federal e do governo estadual para se desenvolver de forma integrada. O potencial aqui é muito grande! O que nós queremos é que haja geração e oferta de empregos, desenvolvimento econômico e, principalmente, que haja educação de qualidade para a nossa juventude, para que os filhos e filhas dos moradores de União da Vitória possam ter um emprego decente, com acesso a uma formação profissional qualificada. É por isso que estamos anunciando hoje, com grande alegria, a instalação de um Instituto Tecnológico Federal na cidade de União da Vitória, que irá beneficiar também ao conjunto de municípios da região.</p>
<p>O Plano Nacional de Educação recebeu um grande número de emendas, mais do que qualquer outro projeto de lei desde a Constituinte de 1988, com a participação de representantes de todos os partidos brasileiros. São quase 3 mil contribuições! Entre os temas mais apontados pelos parlamentares está o aumento do financiamento da educação. A proposta encaminhada pelo governo em dezembro de 2010 estipulava um investimento de 7% do PIB. A maioria dos deputados, no entanto, entende que precisamos de um percentual ainda maior, sendo que grande parte das emendas sugerem a elevação deste índice a 10%. Isso a partir de uma análise da conjuntura atual. É preciso, porém, lembrar que o Brasil está se desenvolvendo rapidamente e que este percentual deverá implicar em recursos mais expressivos nos próximos anos. Estamos negociando com os diversos setores do governo para aumentar este índice e chegarmos a um patamar que possibilite garantir a realização das 20 metas que deverão transformar a qualidade da educação no país nos próximos 10 anos.</p>
<p>Os debates públicos sobre O PNE estão chegando a sua fase final. Como relator da proposta estive presente em 18 estados brasileiros nos últimos meses, percorrendo também diversas cidades do interior do Paraná, coletando informações sobre as necessidades de cada região, na perspectiva de desenvolver uma visão de conjunto, uma visão que contemple as diferenças locais e torne efetivas e viáveis as estratégias contidas no Plano. O relatório deverá ser lido já na semana que sucede ao feriado de 15 de novembro, na Câmara Federal.</p>
<p>Angelo Vanhoni</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18141" title="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro25" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro25.jpg" alt="uniaodavitoria_parana_foto_gilsoncamargo_2011novembro25" width="650" height="979" /></p>
<p><em>Fotos: <a href="http://www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=1&amp;PHPSESSID=ce379231c650eb2b84eeb000cc9e5b6d" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=1_amp_PHPSESSID=ce379231c650eb2b84eeb000cc9e5b6d&amp;referer=');">Gilson Camargo</a></em></p>
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		<title>inauguração do restauro da igreja de são miguel arcanjo &#8211; mallet/pr</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 22:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanhoni</dc:creator>
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Moradores da Serra do Tigre, no município de Mallet, no interior do Paraná, reuniram-se neste domingo, dia 06/11/2011, para celebrar a inauguração do restauro da igreja de São Miguel Arcanjo. A edificação, integralmente construída em madeira, é considerada o principal marco da imigração ucraniana no Brasil. Situada em terreno elevado na região Centro-Sul do Paraná, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-17972" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11paranaa33" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11paranaa33.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11paranaa33" width="650" height="1001" /></p>
<p><strong>Moradores da Serra do Tigre, no município de Mallet, no interior do Paraná, reuniram-se neste domingo, dia 06/11/2011, para celebrar a inauguração do restauro da igreja de São Miguel Arcanjo. A edificação, integralmente construída em madeira, é considerada o principal marco da imigração ucraniana no Brasil. Situada em terreno elevado na região Centro-Sul do Paraná, sua visitação propicia uma vista privilegiada da exuberante paisagem local.</strong></p>
<p><strong>As obras de restauro iniciaram em 2009 e foram concluídas em 2011, ano em que se comemora os 120 anos da Imigração Ucraniana no Brasil. No entanto, as articulações para a sua realização remontam a 2005, desde as primeiras visitas ao local, a elaboração do projeto, captação dos recursos e realização da obra. O deputado Angelo Vanhoni esteve presente desde o início, garantindo a chegada de recursos do governo federal através da Caixa Econômica e do Banco Nacional de Desenvolvimento Social, além de ser de sua autoria a lei que institui o dia 24 de agosto como <a href="http://www.vanhoni.com.br/2010/01/sancionada-a-lei-que-cria-o-dia-nacional-da-comunidade-ucraniana/">Dia Nacional da Comunidade Ucraniana no Brasil</a>, sancionada pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, em 19/01/2010.</strong></p>
<p><strong>Acesse neste link o <a href="http://www.vanhoni.com.br/category/cidades-mallet/">histórico das obras de restauro da igreja de São Miguel Arcanjo</a>, desde a primeira <a href="http://www.vanhoni.com.br/2009/04/inauguracao-das-obras-de-restauro-da-igreja-sao-miguel-arcanjo-mallet-pr/">visita do ministro da Cultura, Juca Ferreira</a> à região, em abril de 2009.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17711" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana7" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana7.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana7" width="650" height="979" /></p>
<p><strong>Os ucranianos chegaram ao Brasil no mesmo período das grandes imigrações européias, no final do século 19, após a abolição da  escravatura. Nos primeiros tempos se destacaram na agricultura;  plantadores de trigo, foram os primeiros a instalar no Paraná a pequena indústria moageira e deram início ao movimento cooperativista, fundando as primeiras 14 sociedades, já a partir de 1913. </strong></p>
<p><strong>A igreja ucraniana católica é a maior organização comunitária de cunho religioso e cultural entre os ucranianos no Brasil e está presente no país desde 1896. Foi a igreja um dos grandes pilares que manteve acesa a chama da organização social ucraniana. Atualmente 264 igrejas com suas cúpulas e ícones bizantinos marcam a paisagem urbana e rural do sul do Brasil, várias delas já tombadas pelo patrimônio histórico e cultural.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17705" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana4" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana4.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana4" width="650" height="432" /></p>
<p><strong>A Missa Solene de inauguração foi ministrada pelo eparca da Igreja de São João Batista, de Curitiba, Dom Volodemer Koubetch e contou com a participação de 33 integrantes do coral da Catedral Ucraniana de São João Batista, sob a regência do maestro Leonardo Davebida.</strong></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/31706568?title=0&amp;portrait=0&amp;color=ff9933" width="650" height="366" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe></p>
<blockquote><p>Vamos fechar os olhos e imaginar, por um instante, que estamos em 1881. Depois de uma longa viagem através do Atlântico e de uma travessia não menos difícil por terra, oito famílias de imigrantes vindos da distante Ucrânia desembarcam suas bagagens e esperanças na chamada Colônia Santa  Bárbara, entre Palmeira e Ponta Grossa. Que lugar eles encontram! Que história eles inauguram! Que desafios enfrentam!</p>
<p>Mas se estes homens, mulheres e crianças foram os pioneiros, não há dúvida de que foram as grandes levas de 1895, 1896 e 1897 que deram a esse movimento o caráter migratório. Em um período de apenas três anos, mais de 20 mil imigrantes chegaram aos portos de Paranaguá e Santos. Destes, os chegados em 1895  instalaram-se nos arredores de Curitiba, onde estão até hoje, concentrados no bairro do Bigorrilho, em torno do Campo da Galícia. À maior parte, porém, coube um trabalho mais árduo. Encaminhados às terras pioneiras do segundo planalto paranaense, hoje Mallet e Prudentópolis, tiveram de desbravar, construir casas, organizar a  família, derrubar matas e preparar o plantio, até o estabelecimento de sua cultura. Mais de 100 anos se passaram desde então. Hoje se calcula que o grupo étnico dos ucraínos e seus descendentes soma mais de 400 mil pessoas no Brasil. Com o tempo, muitos deles integraram-se à história e à cultura do Estado, como Miguel Bakun, na pintura, e Helena Kolody, na poesia, destacando-se na sociedade.</p>
<p>Mas o que os ucranianos nos oferecem, nesses mais de 100 anos, não é só  uma história: é um exemplo. Um exemplo de luta e coragem. E nos provam o  quanto, em um país multicultural como o nosso, é importante, mais do  que nunca, valorizar a diversidade como patrimônio. Pois só daí, do  convívio harmonioso entre povos que elegem suas diferenças como fator de atração e integração, nasce uma sociedade diferente, capaz de respeitar  e preservar suas diferentes tradições e culturas. E nada expressa isso melhor do que a igreja de Mallet. Não bastasse a força da religiosidade e a beleza da sua arquitetura, o que nos toca e  emociona aqui é a perpetuação dos valores mais sagrados de um povo, o povo eslavo. E exatamente por isso a restauração desse patrimônio adquire conotação maior: ela é a garantia para as gerações futuras da  celebração e da permanência dos valores simbólicos dessa cultura no país.</p>
<p>Construída em 1889 e inaugurada em 1903, a igreja situa-se na Serra do Tigre, tendo sua base de sustentação constituída por troncos encaixados e  recobertos com madeira, com paredes triplas, onde a madeira foi  encaixada sem o uso de pregos. Um prodígio arquitetônico. Com uma rica  iconografia onde as imagens de São Nicolau, Nossa Senhora e São José se  destacam, é uma obra tipicamente parananense e sua cultura é preservada  pela religiosidade e pela vida social que inclui tradicões, ensino da  língua e atividades de folclore.</p>
<p>Todo trabalho de restauração, coordenado pelo Instituto Arquibrasil, com o apoio do IphaN e patrocínio da Caixa Econômica Federal e BNDES, só  nos ajuda a reafirmar o que vemos aqui: se a cultura de um povo é a sua voz, uma voz que nos diz que somos diferentes uns dos outros, temos  aqui, mais do que em qualquer lugar, a possibilidade de nos  reconhecermos em nossa essência. Acima de tudo, essa igreja é o exemplo da resistência e da força  cultural de um povo. Mais do que uma obra, a restauração da Igreja de  São Miguel Arcanjo é uma celebração da memória, é o Brasil olhando e  agradecendo a presença do povo eslavo na constituição da história do Brasil.</p>
<p>Angelo Vanhoni</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17713" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana8" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana8.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana8" width="650" height="979" /><br />
<em>A cúpula restaurada da igreja tem em seu centro a figura de Cristo ladeada pelos arcanjos Miguel, Uriel, Yehudyil, Rafael, Baraquiel, Selafyl, e Maria, mãe de Deus.</em></p>
<p><strong>A Igreja de São Miguel Arcanjo teve como projetista o primeiro padre ucraniano radicado no Brasil, Nikon Rosdolskey. Iniciada em 1899 e finalizada em 1903, foi a segunda igreja construída no estilo oriental bizantino e é o simbolo maior que marca a cultura ucraniana e seus descendentes no país.</strong></p>
<p><strong>Os ícones e as pinturas nos templos bizantinos podem ser considerados como uma &#8220;teologia em cores&#8221;, um método de transmissão de informação espiritual por meio de uma linguagem especial. Assim, escrever e desenhar estes ícones exige profundo conhecimento teológico da história da Igreja Católica e da Igreja Greco Católica (Rito Bizantino Ucraniano), além das caracteristicas iconográficas e estilísticas. Dentro desta tradição, os ícones não são apenas obras pictóricas, mas, também objetos litúrgicos.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17740" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana29" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana29.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana29" width="650" height="979" /></p>
<blockquote><p>Esta igreja tem uma importância enorme para nós ucranianos porque é uma das únicas igrejas de madeira original que se preservou. Existem ainda umas duas ou três por aí, abandonadas. E essa igreja foi construída no  início do século passado pelo pioneiro padre Rosdolskey. A própria comunidade é que manteve essa igreja até agora, e, graças ao deputado Vanhoni, isso ninguém pode negar, ele fez um empenho para que nós pudessemos preservá-la, porque um restauro como esse ninguém poderia fazer com seus próprios recursos; a gente sabe disso e a comunidade está muito agradecida.</p>
<p>Professora Meroslawa Krevey, diretora do Museu do Milênio, de Prudentópolis/PR</p></blockquote>
<p><span id="more-17688"></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17721" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana22" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana22.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana22" width="650" height="432" /></p>
<blockquote><p>Senhoras e senhores, em nome da comunidade nós agradecemos a presença de todos aqueles que vieram em nossa festa. Todos juntos pela história e pela cultura dos nossos antepassados. Esta obra é o resultado de muito esforço. Sejam bem vindos! Nesta tarde celebramos a história da comunidade ucraniana, do município de Mallet e do Paraná. Meu muito obrigado.</p>
<p>Sr. Theodosio Prochera, representante dos moradores da comunidade da Serra do Tigre</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17722" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana19" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana19.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana19" width="650" height="432" /></p>
<blockquote><p>Este momento é especial para a história de Mallet e também para a história da comunidade ucraniana no Paraná. Eu fico muito feliz e satisfeito de ver tanta gente aqui, tantos conhecidos, tanta gente que mora na Serra do Tigre ou em Dorizon. Meus parabéns à comunidade e à diretoria da paróquia que trabalhou incansavelmente durante mais de trinta dias para que este evento fosse tão bem organizado. Meus agradecimentos às autoridades aqui presentes. Muito obrigado de todo o coração. Vocês podem ter certeza que de Mallet vocês levam a melhor lembrança. A igreja aqui da Serra do Tigre é o nosso símbolo e o nosso orgulho.</p>
<p>César Flenik, prefeito de Mallet</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17763" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana13" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana13.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana13" width="650" height="432" /></p>
<blockquote><p>Em nome de meio milhão de descendentes de ucranianos do Brasil eu gostaria de agradecer à todos aqueles que se empenharam no restauro desta igreja. Quero aqui lembrar o nome de Dom Efraim Krevey, do ex-presidente Luís Inacio Lula da Silva, que mudou a política cultural no Brasil e passou a reconhecer em nossa história, ao lado do português, do negro e do índio, também a contribuição do alemão, do polonês, do árabe, do japonês e dos ucranianos como formadores de nosso patrimônio cultural. Foi também no governo dele que foi assinada uma lei reconhecendo o dia 24 de agosto como o Dia Nacional da Comunidade Ucraniana. Gostaria de agradecer especialmente ao Angelo Vanhoni, que na verdade foi o deputado que concretizou, que mais lutou para esta realização.</p>
<p>Há 15 dias atrás esteve aqui no Brasil o presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovich. Ele se encontrou com a presidenta Dilma Rousseff e nós estivemos em contato com eles. Naquele momento, tanto um como outro saudaram a presença da comunidade ucraniana em nossa história e em nossa vida. Este é um elemento importante e fundamental na relação dos dois paises. Nós recebemos do governo da Ucrânia 14 toalhas enviadas especialmente para ornar a nossa igreja. Vamos escrever juntos uma carta e colocar uma placa em nossa igreja dizendo que o presidente mandou este presente que sela uma amizade eterna, não só genética, mas de relação entre nós e o governo da Ucrânia, para ornar esta nossa jóia, nosso grande símbolo da cultura ucraniana no Brasil.</p>
<p>Vitório Sorotiuk, presidente da <a href="http://www.rcub.com.br/rcub/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.rcub.com.br/rcub/?referer=');">Representação Central Ucraniano Brasileira</a></p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17724" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana14" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana14.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana14" width="650" height="432" /></p>
<blockquote><p>É muito importante uma sociedade que guarda os seus valores, seus valores espirituais e culturais. Esta cooperação para a criação de uma sociedade melhor e mais justa é muito importante. Todos trabalhando juntos, a igreja a sociedade com os seus líderes, com os seus políticos, trabalhando juntos para o benefício de todos, para terem uma vida plena, abençoada e feliz. Muito obrigado.</p>
<p><span>Dom Volodemer Koubetch, eparca da Catedral Ucraniana de São João Batista, em Curitiba<br />
</span></p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17723" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana20" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana20.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana20" width="650" height="432" /></p>
<blockquote><p>Quando se fala em tradição e cultura não podemos esquecer o nome da pessoa que mais batalhou por essa restauração, o deputado federal Angelo Vanhoni, que faz parte da Comissão do Congresso Nacional e contribui muito para o nosso Estado do Paraná, principalmente para os municípios pequenos na área da educação. Este povo realmente merece, e quando se fala em cultura nós tambem não podemos esquecer do nosso turismo. Aqui vocês tem a Serra do Tigre, lá em Inácio Martins nós temos o Cerro do Leão. Imaginem quando estes dois bichos se encontrarem! Parabéns a todos aqui neste dia.</p>
<p>Edemétrio Benato Junior, prefeito de Inácio Martins</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17725" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana17" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana17.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana17" width="650" height="432" /></p>
<blockquote><p>Bom dia à todos. A mensagem que eu trago da ministra da Cultura, Ana de Holanda, é um elogio. Esta igreja é tombada pelo governo estadual através da figura jurídica do tombamento desde o início da década de 80. Esta maravilha da cultura ucraniana no Paraná tem necessariamente que receber a glória de ser considerada um monumento da nação brasileira.</p>
<p>José La Pastina Filho, superintendente do Iphan no Paraná</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17931" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana31" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana31.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana31" width="650" height="432" /></p>
<blockquote><p>Eu acompanhei o trabalho do Angelo Vanhoni e tudo o que ele fez pela comunidade e pela restauração desta igreja, assim como o empenho dos ex-deputados Pedro Ivo e Felipe Lucas durante este processo. Vocês estão de parabéns e nós todos temos que estar muito felizes, lembrando que muitas outras ações como essa ainda serão realizadas.</p>
<p>Vivemos um momento novo em nossa história. Pela primeira vez o governo federal está implantando no país o Sistema Nacional de Cultura, assim como nós temos o Sistema Único de Saúde. Cada município do país, cada estado da federação vai estar recebendo os benefícios da União para preservar o patrimônio histórico do Brasil.</p>
<p>Péricles de Mello, deputado estadual (PT-PR)</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17727" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana21" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana21.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana21" width="650" height="432" /></p>
<blockquote><p>É para mim uma honra representar hoje aqui o deputado Angelo Vanhoni. Ele tem uma sensibilidade muito grande para com a questão cultural do nosso estado e do nosso país. Eu queria em nome dele dizer da satisfação de ver esta linda obra realizada, que é de grande importância e utilidade aqui para a comunidade.</p>
<p>Em se tratando de uma igreja, já valeu o investimento que foi feito aqui, pois, em torno dela também está a garantia da preservação cultural do nosso povo. É a partir da igreja que nós mantemos o nosso idioma, o rito, a gastronomia e o folclore. A presença da igreja aqui na comunidade é a garantia da preservação da nossa cultura. Aqui, também meus bisavós participaram da sua construção. Ela é um orgulho para todos nós que ajudamos na construção do país com a nossa história e a nossa força de trabalho. Que a cultura seja cada vez mais presente em nossa comunidade. Obrigado a todos. Desejo um excelente uso deste espaço.</p>
<p>Pedro Ivo Ilkiv, ex-prefeito de União da Vitória/PR</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17728" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana24" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana24.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana24" width="650" height="432" /></p>
<blockquote><p>Eu gostaria muito de agradecer a oportunidade de ter trabalhado na preservação deste monumento. O povo brasileiro é rico principalmente porque ele é diversificado em sua composição cultural e em sua composição étnica. Eu não tenho dúvida em dizer que esta igreja é o principal registro da imigração ucraniana no Brasil. A importância deste monumento é excepcional! Ter trabalhado aqui e contribuído na preservação desta jóia é uma honra muito grande. Em 2009 começamos o restauro e estamos trabalhando aqui há dois anos.</p>
<p>Gostaria de mencionar três pessoas para agradecer em nome delas todas as outras que participaram na realização desta obra. Sem estas três pessoas seria muito difícil termos o sucesso que tivemos: a primeira delas é a Jussara Valentini que esteve aqui desde o início pelo Instituto Arquibrasil. A segunda, como símbolo de todos aqueles que trabalharam efetivamente nesta restauração, que passaram frio e tomaram chuva, é o nosso mestre de obras Emerson de Jesus, através dele fica o nosso abraço à todos aqueles que trabalharam na Serra do Tigre, e a outra pessoa, sem a qual não poderíamos realizar este restauro é o nosso querido deputado Angelo Vanhoni. Vocês aqui não estão vendo nenhuma placa de empresa privada que tenha colocado dinheiro no projeto. São recursos que vieram integralmente do governo federal através da Caixa Econômica e do BNDES, e isso graças a atuação do deputado Vanhoni. Peço que este livro que estamos lançando aqui hoje chegue às suas mãos. É um livro que conta a história deste processo e mostra o trabalho que foi feito aqui nesta igreja. Muito obrigado à todos.</p>
<p>Roberto Martins, arquiteto do Instituto Arquibrasil, responsável pelo restauro</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17732" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana26" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana26.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana26" width="650" height="432" /></p>
<p><strong>O evento contou com a apresentação do Grupo Folclórico Ucraniano Vesselka, de Prudentópolis/PR, conhecido em diversas cidades do país e também no exterior. A dança folclórica é uma das mais importantes ferramentas para a preservação e divulgação da cultura ucraniana. O grupo Vesselka (que significa Arco-Íris e simboliza o selo da aliança do Criador com suas criaturas) foi fundado em 01 de agosto de 1958, pelo bispo Efraim Krevey e seus integrantes visam preservar as tradições que caracterizam a alma ucraniana. Seu objetivo principal é a promoção desta cultura através de cursos, danças, cantos, teatro, músicas, tradições folclóricas e demais manifestações artísticas.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17736" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana27" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana27.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana27" width="650" height="432" /><br />
<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Em tempos antigos, dentro das tradições ucranianas, a dança significava o ritual de comunicação com a natureza e suas forças divinas. Alguns elementos do calendário folclórico sobreviveram ao longo dos séculos. Com o advento do cristianismo, alguns rituais foram agregados pela Igreja e adaptados ao seu calendário. Instrumentos como a kobza e a bandura, por exemplo, foram introduzidos mais tarde, apenas para marcar o ritmo de cada dança. As danças são classificadas como circulares, ligadas a uma festa específica, com temas religiosos ou espirituais, e como sociais, as danças costumeiras que refletem o cotidiano das pessoas e são dançadas em casamentos e festas em geral.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17753" title="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana30" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana30.jpg" alt="igreja_saomiguelarcanjo_mallet_foto_gilsoncamargo_06_11_11parana30" width="650" height="349" /><br />
<em>Região de Mallet, vista da Serra do Tigre.</em></p>
<p><em>Fotos: <a href="http://www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=1&amp;PHPSESSID=ce379231c650eb2b84eeb000cc9e5b6d" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gilsoncamargo.com.br/index.php?cod_cat=1_amp_PHPSESSID=ce379231c650eb2b84eeb000cc9e5b6d&amp;referer=');">Gilson Camargo</a></em></p>
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		<title>principal construção ucraniana do brasil, totalmente restaurada, será inaugurada no domingo, dia 06/11/2011</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 15:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanhoni</dc:creator>
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No próximo domingo, dia 06 de novembro de 2011, será inaugurada a restauração da Igreja de São Miguel Arcanjo, em Mallet/PR, que teve sua obra viabilizada pela Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com patrocínio da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), num valor de R$ 1,090 milhão. A [...]]]></description>
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<p>No próximo domingo, dia 06 de novembro de 2011, será inaugurada a restauração da Igreja de São Miguel Arcanjo, em Mallet/PR, que teve sua obra viabilizada pela Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com patrocínio da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), num valor de R$ 1,090 milhão. A construção é um bem tombado pela Coordenadoria do Patrimônio Cultural do Paraná desde 1982 e tem como proprietária a Eparquia Ucraniana de São João Batista. Agora terá iniciado o processo de Tombamento Nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).</p>
<p>“É um dos exemplares mais belos e o remanescente mais antigo deste tipo de arquitetura. Até hoje permanece em um contexto rural, impressionando pela imponência e pelo zelo com que a comunidade a trata”, justifica a arquiteta Jussara Valentini, sócia e responsável técnica da ArquiBrasil Arquitetura e Restauração. O outro sócio é o arquiteto Roberto Martins. Ambos trabalham desde o segundo semestre de 2006, período em que o morador da comunidade e presidente da comissão da Igreja (da época), Demetrio Mudrek, se sensibilizou e procurou ajuda. Jussara Valentini elaborou um projeto e encaminhou para a Lei Roaunet. Roberto coordenou todos os detalhes de restauro do edifício e estruturas.</p>
<p>Depois de aprovado, inicialmente foi feito um estudo técnico e um levantamento das intervenções necessárias na construção. Depois se seguiu a obra que incluiu a restauração do edifício da igreja, execução de pinturas iconográficas, restauração de bens móveis (ícones sobre tela, altares, lustres), construção da nova sacristia, serviços na área externa (drenagem, paisagismo, cerca, restauração monumentos, cruz, torre sineira). Tudo buscando recuperar características da época em que o edifício foi construído, como a cobertura com tabuinhas (telhas de madeira).</p>
<p>O interlocutor do projeto foi o deputado federal Angelo Vanhoni (PT/PR) que levou a proposta para a CEF e BNDES e buscou o patrocínio. Por tratar-se de uma construção peculiar e símbolo da cultura eslava no Brasil, de acordo com Vanhoni, as empresas se sensibilizaram e patrocinaram a obra. A Igreja teve como projetista Nikon Rosdolskey, o primeiro padre ucraniano erradicado no Brasil. A obra foi iniciada em 1899 e finalizada em 1903. Foi a segunda construída no estilo oriental bizantino e o edifício mais antigo existente atualmente no Brasil. É o símbolo maior que marca a cultura ucraniana e seus descendentes no país e fica num ambiente rural, no alto da Serra do Tigre, em Mallet/PR.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-17679" title="Print" src="http://www.vanhoni.com.br/wp-content/uploads/2011/11/convite_SMA1.jpg" alt="Print" width="650" height="376" /></p>
<p>Fonte: assessoria de imprensa do projeto &#8211; <a href="http://www.arquibrasil.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.arquibrasil.com/?referer=');">ArquiBrasil</a></p>
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