audiência pública sobre a regulamentação da profissão de tecnólogo – auditório da faculdade de tecnologia de curitiba

tecnologos_foto_gilsoncamargo_28_10_11_curitiba7Elton Welter e Angelo Vanhoni.

O deputado Angelo Vanhoni participou, nesta sexta feira, 28/10, em Curitiba/PR, de Audiência Pública sobre o Projeto de Lei 2245/2007, que regulamenta a profissão do tecnólogo. A iniciativa de promover o debate foi do deputado estadual Elton Welter (PT-PR). Segundo dados constantes no projeto, a regulamentação é um fator de inclusão de milhares de profissionais qualificados no mercado de trabalho. O número de cursos superiores de tecnologia cresceu 96,67% entre 2004 e 2006, passando de 1.804 para 3.548 em todo o país. Só no estado de São Paulo, de 1998 a 2004, a quantidade de alunos ingressantes nas graduações tecnológicas aumentou 395%, de acordo com o Censo Nacional da Educação Superior realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal designou o deputado Angelo Vanhoni para substituir a deputada Maria do Rosário na relatoria do PL 2245/2007, após sua nomeação para o Ministério dos Direitos Humanos pela presidente Dilma Rousseff. O projeto, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), foi aprovado por unanimidade pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal, em 19 de outubro de 2011. A tramitação da proposta ocorre em caráter conclusivo, faltando apenas ser analisada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.

link para a integra da proposta PL – 2245/2007

tecnologos_foto_gilsoncamargo_28_10_11_curitiba5

Nós estamos em 2011 e fazem apenas 10 anos que começou a se debater seriamente no Brasil, no Ministério da Educação e nas Universidades, sobre a importância da educação infantil como uma obrigação do estado, como um dever do estado de ofertar educação para o conjunto das crianças do país. A Europa ja trata disso há mais de cinquenta anos. Lá um pai e uma mãe podem ter sua criança, de 0 a 3 anos de idade, numa creche. Nem todas as creches são públicas, sendo algumas conveniadas, mas a partir dos 3 anos de idade, na Europa inteira os pais deixam a criança na escola as 7h30 da manhã e vão buscar as 5h30 da tarde. O ensino fundamental é assim e o ciclo básico da educação também é assim. O jovem, na maior parte do tempo, tem uma jornada escolar de seis a sete horas diárias em todo o território europeu.

No Brasil nós não tinhamos a obrigação de garantir a educação para as crianças de quatro anos, era só a partir dos seis, e até os 14 anos de idade. A constituição estipulava assim, até 2009, quando nós mudamos a constituição para que todo o município e todo o estado do país fosse obrigado a dar educação a partir dos 4 até os 17 anos de idade. Isso significa o que? Significa que um estado e um município que achava que não tinha dinheiro para aplicar na educação não fazia educação infantil e tampouco tinha obrigação com relação ao ensino médio, que é dos 15 aos 17 anos de idade.

Esta obrigatoriedade na constituição faz com que a sociedade garanta, através do poder público, o investimento para a abertura de vagas e obrigue os pais a manterem as crianças na escola. Há uma diferença de enfoque sobre o papel da educação e o papel do estado quando garantimos esta obrigatoriedade. Nós mudamos isso na constituição, e demos um prazo para que o Brasil faça a sua adaptação, porque precisamos construir escolas, contratar professores, garantir merenda escolar, reavaliar o sistema de ensino e repensar as práticas pedagógicas do sistema educacional no Brasil inteiro.

A Universidade Federal do Paraná, há 10 anos atrás, tinha poucos professores que se preocupavam com a educação infantil. Agora, as universidades federais do Brasil inteiro, e as particulares também, assim como as filantrópicas, já estão colocando em suas grades curriculares das licenciaturas em pedagogia, a preocupação sobre as diretrizes pedagógicas e as diretrizes curriculares no que diz respeito à educação infantil. Esta preocupação com a educação de forma sistêmica no Brasil está evoluindo rapidamente.

tecnologos_foto_gilsoncamargo_28_10_11_curitiba43web

Sobre a profissão de tecnológo, há dez anos atrás o Brasil estava proibido e o MEC estava proibido, em função de uma lei que foi votada no Congresso Nacional, de repassar dinheiro para fazer escolas técnicas de nível médio no Brasil. Esta lei foi mudada e nos últimos dez anos um movimento inverso aconteceu. Não apenas sob o ponto de vista da compreensão do papel do Estado na educação em nosso pais, mas, porque o Brasil mudou. Começou a crescer economicamente e esta realidade trouxe um novo paradigma. Os gestores públicos, a classe politica percebeu que era um erro muito grande nós não optarmos por um investimento expressivo na formação técnica em nosso país.

Nós temos 9 milhões de jovens matriculados no ensino médio no Brasil. Há uma evazão de quase 50%, e menos de um terço dos alunos conclui. Perto de dois milhões apenas. Destes, quantos estão num curso técnico federal ou estadual integrado, como é na Europa, para fazer uma profissionalização? Esta visão está errada. Nós fizemos um ensino médio para jovens de 15 a 17 anos e não demos uma formação técnica para a maioria deles. Dissemos o seguinte para a a nossa juventude: “se vocês querem uma formação profissional devem buscar o ensino superior”. Mas, o Brasil passou quase 100 anos construindo poucas universidades! Então, o total de jovens que está em idade de ingressar numa universidade é perto de 40 milhões, e apenas 5 milhões e 300 mil estão no ensino superior. Em relação à formação profissional de nossa juventude aconteceu isso, um problema grave de orientação no ensino médio.

tecnologos_foto_gilsoncamargo_28_10_11_curitiba2
Da esquerda para a direita: Sr. Casemiro, representando os estudantes, Ramon Romero, professor da Fatec, Ariel Scheffer, professor do Instituto Federal do Paraná (IFPR), deputado estadual Elton Welter, deputado Angelo Vanhoni, e o professor Sávio Moreira, representante da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Nós tornamos o ensino obrigatório não só até os 14 anos, mas até os 17 anos de idade e na questão do ensino técnico o governo foi mais radical. Nestes últimos anos nós vamos chegar a 400 escolas técnicas federais construídas no Brasil e queremos ter perto de 600 mil alunos matriculados nestas escolas. Além disso o governo federal lançou um programa em parceira com a iniciativa privada e com o Sistema S, o SESC, o SESI e o SENAI, que tem expertize neste setor e formam trabalhadores. Este sistema iria sempre funcionar de forma complementar, mas agora o estado está participando de forma ativa. Foi criado um programa de facilitação de acesso aos estudantes, para que o Sistema S tenha condições de recebê-los. O governo vai financiar, através de bolsas, tanto as escolas quanto os estudantes a ingressarem nos cursos técnicos do Sistema S em todo o território nacional. E não só nas escolas do Sistema S, mas, também nas escolas de nível técnico da inciativa privada, ou de área filantrópica, ou de fundações. Não é uma formação de nível técnico como a que nós conhecemos no sistema integrado, onde o jovem se prepara durante 3 anos, estuda de manhã a formação geral e de tarde tem o desenvolvimento tecnológico, com experiência em laboratório e aprendizado no sistema de ensino médio.

No nível superior o governo está expandindo a rede pública e fomentando mecanismos de apoio ao conjunto de estudantes brasileiros para frequentarem o ensino superior. Só com o Fies nós garantimos perto de 500 e poucos mil alunos na rede pública, e tendo financiamento em qualquer faculdade particular no Brasil! Os alunos pegam o financiamento do governo federal e so vão pagar, com prazo de carência, depois que terminarem o seu curso. Isso com juros de 3 % ao ano, que é o menor juro do sistema financeiro nacional, subsidiado pelo governo, e ainda com a possibilidade de ser repactuado e renegociado, caso o estudante – desde que esteja trabalhando – não possa cumprir depois deste prazo de carência com o pagamento.

Além disso tem um estímulo para as licenciaturas. Todo o jovem que estudar para ser professor, seja de matemática, seja de química, seja de física ou de qualquer licenciatura em qualquer faculdade particular em todo o território nacional, obtém o financiamento do governo e vai pagar só quando estiver dando aula. Vai pagar com aula dada. Ele não vai desembolsar um único centavo! Isso porque faltam no Brasil, em função do atraso que aconteceu nos últimos 20 anos, perto de 250 mil professores nas áreas de química, física, biologia e matemática. Vocês, que estão estudando em cursos de tecnologia sabem como é importante a formação em ciências para a nossa juventude, e se está faltando professores de ciências no ensino médio vocês sabem o drama que vai ser depois na formação educacional no ensino superior. Precisamos incentivar a profissão e estimular os jovens a entrarem nos cursos de licenciatura.

Temos que fazer uma grande agenda política de revalorização do magistério. Os professores não podem ganhar o que estão ganhando em nosso país. A rede pública do ensino médio é responsável por 93 % da formação de toda a juventude brasileira. O salário médio pago para o professor é de R$ 1.700,00. O piso que foi estabelecido por lei é de R$ 1.100,00. Em grande parte do país não pagam o piso por uma jornada de 40 horas. O Rio de Janeiro, que é um estado rico da nação, tem um terço dos seus professores ganhando R$ 730,00 por uma jornada de 40 horas! Vocês sabem que não dá para fazer uma educação de qualidade com o professor neste nível de desprestigiamento e de desvalorização de sua profissão. Por isso não tem estudante de física ou de química dando aula em nossas escolas, eles vão trabalhar na indústria, pois a renda deles vai ser muito maior.

Nós temos que corrigir estas grandes distorções. Do contrário não mudaremos a educação no Brasil do ponto de vista da qualidade, e aí entra o grande projeto de formação tecnológica do nosso país. Por isso o governo está fazendo este esforço de construção de escolas técnicas para ter 600 mil jovens matriculados, e queremos ter, somando o Pronatec e outros sistemas, perto de 1 milhão e 200 mil jovens, em 2016, tendo uma formação técnica.

tecnologos_foto_gilsoncamargo_28_10_11_curitiba1web

O Brasil forma hoje perto de 28 mil engenheiros por ano, e a engenharia é a base para o desenvolvimento técnico-científico de qualquer nação. Os Estados Unidos, a China e a Índia, estes tres gigantes, por exemplo: a Índia tem um PIB menor do que o nosso, a China tem o segundo maior PIB do planeta depois dos EUA, o Brasil hoje é o quinto PIB do planeta. A Índia deve estar em oitavo, mas tem um 1 bilhão e 200 mil habitantes, é muito grande. Eles formam de 250 a 300 mil engenheiros por ano. Em corporações como a Samsung, a Apple e a LG, cada uma delas tem perto de mil engenheiros com pós graduação, doutorado, pensando o desenvolvimento tecnológico de seus produtos.

O Brasil só vai se consolidar como uma nação de desenvolvimento tecnológico se na próxima década investirmos de forma decidida no conhecimento como a espinha dorsal do desenvovimento da nação. Se o Brasil não fizer isso vamos perder um momento histórico, uma janela que a história está nos dando. Nós somos um país que vai se desenvolver muito nos próximos dez anos, mesmo com a crise da Europa, a taxas de no mínimo 3 a 4 % ao ano. Isso é mais do que qualquer país da Europa e da América do Norte. Os Estados Unidos deverão ficar na média de 1 a 2%. Na Europa, em todos os paises, a projeção vai de 0 a 2%, no máximo. Então, com o desenvolvimento contínuo de 3 a 4% ao ano, no Brasil, isso na nossa economia, fará com que não falte emprego, que o desenvolvimento do país aconteça com investimento em infraestrutura e melhoria das condições sociais da população.

Mas nós só vamos competir e ter desenvolvimento tecnológico se aproveitarmos este momento em que a economia nos favorece, se fizermos o que a Coréia, o que Japão, o que os grandes países asiáticos fizeram há 30 anos atrás: investimentos na ordem de 10% do PIB em educação e ciência! Eles estão colhendo os frutos disso hoje. Só uma empresa da Coréia fabrica mais carros do que 5 empresas juntas do Brasil inteiro, e a Coréia tem 60 milhões de habitantes, talvez menos. O Brasil tem 200 milhões de habitantes. Então, o desenvovimento tecnológico, o salto de qualidade que eles deram no mundo do desenvolvimento se deve ao investimento que foi feito no conhecimento, principalmente nas áreas de ciências e tecnologia.

Nós temos que acelerar este processo no Brasil e tomar decisões um pouco mais ousadas. Por isso o governo brasileiro mandou um projeto para a Câmara dos Deputados, que é o Plano Nacional de Educação. Este plano determina o quanto o Brasil vai investir e onde o Brasil vai investir em educação nos próximos dez anos. Vai investir na creche? Vai investir na educação infantil? Vai investir em cursos tecnológicos? Vai investir no ensino medio profissionalizante? Vai investir no ensino médio integral, como existe em outros paises? Vai investir na educação em nível fundamental, no ensino integral? Na totalidade ou numa parte, como vai ser isso? Vai valorizar o salário dos professores? O governo federal vai entrar com mais dinheiro? O fundo do Pré-sal vai repassar o dinheiro obrigatoriamente para a formação em ciência e tecnologia e para a formação profissional do nosso povo? É isso o que nós queremos? Esta lei vai estar em debate este mês e até o final deste ano no Congresso Nacional.

Angelo Vanhoni

Fotos: Gilson Camargo

16 Comentários

  1. Lucinaide Mendes de souza
    5 de novembro de 2011

    Obrigado Deputado por colaborar pelo desenvolvimento Profissional do nosso pais. fica muito grata a sua atitude. Parabens!

    lucinaide
    Técnológa em Segurança do Trabalho

  2. EZIEL
    10 de novembro de 2011

    boa tarde a todos sou formado em tecnologo segurança do trabalho pela unuversidade uniasselvi de santa catarina, não posso atuar na area de segurança por não ter o registro do crea pois goataria muito que vcs podessem mim ajudar tirando as duvidas e a quem posso procurar.

  3. MAX HENRIQUE NASCIMENTO DE MELO GOES
    15 de novembro de 2011

    Estou acompanhando todos os processos que envolve a regulamentacao do curso de Tecnologia em seguranca do trabalho cujo concluo o mesmo no final de 2011… e o que percebemos sao politicos querendo se promover com a causa que nao contribuem em nada pra nossa dignididade ….espero que nao seja o caso do referido deputado, pois o tecnologo é uma realidade que ja passou da hora de a acontecer ….espero que agora va para frentee com seu apoio excelentissimo tera meu apoio …. se liberta da visao conscervadora para enchergar o quanto o tecnologo pode contribuir para um novo cenario da seguranca do trabalho .Max H. Nascimento de Melo Goes

  4. Adailton Lima
    17 de novembro de 2011

    Prezado Deputado,os Brasileiros precisa de políticos atuante e que tenha visão que a solução de nossos problemas chama-se educação. parabéns pela sua enorme contribuição para regulamentação de tecnologia.

  5. Jair Closko
    18 de novembro de 2011

    Contamos com sua colaboração Dep para que seja regulamentado logo…

  6. Anderson
    21 de novembro de 2011

    Deputado Vanhoni estive na Audiencia Publica realizada na Fatec Curitiba, gostaria de saber como esta o andamento do PL 2245.

    A Comissão de Justiça ja analisou o PL ???

    Grato.

  7. LUIZ CARLOS
    22 de novembro de 2011

    Deputado Vanhoni, desejo saber o seguinte, porque será que tudo neste pais tem que ser feito com morosidade e falta de respeito a população brasileira que nada mais quer se não ser um profissional atuante e com isto resolver o problena de acidentes no trabalho que é crônico. Sabemos que é grande a falta de profissionais que atuam nesta área, o pais necessita pelo que vejo de menos pessoas se aposentando ou entrando de beneficio por acidente no trabalho. Seria uma questão de lógica, mais profissionais atuando na área, menos pessoas sendo afastado do trabalho. Quantos Deputados estão interessando na aprovação deste curso? Muitos Parlamentares tem empresas que precisam de profissionais atuando como Tecnólogo em Segurança no Trabalho. Então porque esta borocracia, qual a finalidade de atrapalhar a aprovação de profissionais que realmente vai melhorar bastante a vida do trabalhador brasileiro, tanto no trabalho como na vida de um modo geral, já que muita coisa que se aplica nas empresas, pode e deve ser usado em casa como prevenção. O BRASIL PRECISA SAIR DO PASSADO, DOS PENSAMENTOS ATRASADO, DA BUROCRACIA E ENXERGAR O FUTURO DE UM TOLDO E O TECNÓLOGO EM SEGURANÇA NO TRABALHO É O FUTURO DE UM PAIS COM MENOS TRABALHADORES AFASTADOS E MAIS SAUDÁVEL.

  8. Karina
    10 de dezembro de 2011

    Isso é só uma forma de “tapar” o sol com a peneira. Várias faculdades começaram a dar o curso de Tecnólogo em S.T sem ao menos ter um reconhecimento ou uma “brecha” para que tal curso possa ser oferecido. O que ocorre agora, é que há muitos alunos formados no curso e não se pode simplesmente dizer que o diploma deles não é válido, pois isso acarretaria em revoltas e críticas, já que investiram tempo e dinheiro no curso. Como fica o técnico em segurança do trabalho? A NR4 é muito clara quanto a atuação na área e os profissionais que delas participam. Aonde vai ficar o tecnólogo nesse meio?

    Hoje já existe o técnico, o superior e a pós para ingresso na área, e agora querem colocar o técnologo (sem necessidade). Daqui a pouco teremos a licenciatura em Seg. Do trabalho!

    Se querem ingressar na área, façam o TÉCNICO, que por sinal, é o mesmo tempo que vcs gastariam fazendo o tecnólogo em uma faculdade que não tem como foco esse tipo de curso. (2 anos aprox.).

    Ao invés que colocarem mais profissionais nessa área, vamos começar a valorizar os que já estão nela.

    Peço para que leiam o artigo abaixo! Grata.

    http://www.sintesp.org.br/index.php?sub_corpo=noticias&id_coluna=1&id_materia=378

  9. MAX HENRIQUE NASCIMENTO DE MELO GOES
    19 de dezembro de 2011

    Vamos Deputado a massa dos Tecnologos estam ao seu lado…. faça novas manifestacoes pela internet e verá o apoio que receberás… precisamos resgatar a nossa dignidade…. e que o sucesso que os outros paises tiveram com regulamentacao da tecnologia…se repita no Brasil…estamos diante de um novo momento… Brasil pais que esta em pleno desenvolvimento…e preciso que a classe dos tecnologos principalmente os de Seguranca do Trabalho de a sua contribuição é preciso descentraizar esse poder que tem os Engenheiros na Seguranca do Trabalho e o profissional mais capacitado ,mais preparado para fazer frente a eles sao os Tecnologos de Seg. do Trabalho … e o grande passo para que o Brasil deixe de ser campeao de acidentes de trabalho …. e ter uma nacao produtiva …. geradora de renda….veja as estatisticas elas nao mentem….. se o engenheiros e tecnicos acham que e o tecnologo nao tem espaco vejam as mesmas estatisticas…. Brasil campeao de acidentes… e nao venham com o argumento que nao tem fiscalizacao ….. pois os profissionais da seguranca do trabalho devem ser proativos e jamais esperar o pior acontecer para que acoes sejam tomadas…. Os engenheiros e tecnicos ja tiveram a sua chance agora que venha os tecnologos…. mais e preciso que estes possam exercer as suas funcoes de forma plena …PL 2245\2007 avante!!!!!!

  10. Anderson
    28 de fevereiro de 2012

    Puxa vida, desde setembro e nada de novidade???

    Estamos em março de 2012

  11. Fábio Alan
    9 de março de 2012

    Bom dia!
    Saiu o concurso do SAAE de Alagoinhas BA, para o cargo de Tecnologo em Segurança do Trabalho.
    As inscrições no site:www.seletaconcursos.com.br, até o dia 18 de março de 2012.

  12. leonardo dias
    2 de julho de 2012

    eu estou cursando tecnologia em seguranca do trabalho e e igual interesse que os demais profissionais da area. no entanto nao temos informações sobre a quantas andam as regulamentações bem como a inclusao no quadro do sesmt do profissional em segurança do trabalho. por favor quem puder me traga mais informações. um abraço e otima sorte tecnologos

  13. JACQUELINE PRATES
    25 de outubro de 2012

    EU estou terminando o curso de tecnologo em segurança do trabalho e vejo muitos horizontes, pois estamos sendo bem capacitados para exercer as nossas funçoes, por isso o que pesso e so um pouco mais de atençao para a regulamentaçao sonho de todos nosssssssssss

  14. ERNANI NICOMEDES
    10 de novembro de 2012

    Sou formado em tecnólogo em segurança do trabalho, más trabalho como supervisor de segurança do trabalho e técnico em segurança do trabalho, todos nós da baixada santista formamos em 2010, muitos de nós estão trabalhando porque somos técnicos de segurança, si não estavam todos desempregados, não é justo que todas as faculdades fazem propagandas dos cursos tecnológicos e dizem aprovados pelo MEC, depois de formado o CREA, diz que o curso não está regularizado e que existe um projeto 2245/07, que está desde 2007, na câmara dos deputados e não sai do papel, os brasileiros estudam cerca de três anos nos cursos tecnológicos pagando e até tem que fazer estágio aonde que não é fácil, agora não é o CREA, que tem que aprovar este projeto más sim o Ministério do Trabalho de Brasilia é não precisar do Crea, nós tecnólogos de segurança do trabalho, temos que pertencer só ao MTE, o BRASIL, está perdendo muito com isso a cada dia o INSS, paga milhões de indenizações de acidente de trabalho, o engenheiro de segurança é um gestor que cuida da gestão em segurança de cada empresa e um burocrático más o tecnólogo e como fosse um engenheiro operacional que atua diretamente nas linhas de produção como hoje tem o supervisor de segurança do trabalho geral, sendo um profissional focado diretamente na prevenção de qualquer evento, atividades de riscos, empreendimentos, etc, é um colaborador com muita experiência que conhece todas as normas regulamentadoras e qualquer tipo de tarefa de risco que venha a ser desempenha pela, este profissional agora aprimorado com nível superior, seria a pessoa certa, más um prevencionista com nível superior, para dar mais apoio a este sistema que está engessado a muitos anos, está na hora de colocar este profissional (tecnólogo em segurança do trabalho), meu muito obrigado a todos, que DEUS NÓS AJUDE, está difícil.

  15. Walker Targino
    25 de novembro de 2012

    Obrigado deputado pelo apoio em nossa luta. Nos vamos conseguir

  16. Raimundo A. Andrade
    28 de março de 2013

    Gostaria de agradecer o Deputado Angelo Vanhoni pela sua colaboração em favor da valorização das profissões tecnológicas.
    Sou Tecnólogo em Construção Civil, pela Universidade Estadual de Maringá e Pós Graduado em Gestão Pública, pela mesma Universidade.
    Não é possível que o sistema CREA/CONFEA crie tantos obstáculos para a regulamentção da PL 2245, numa clara demonstração de “reserva de mercado”, ferindo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/1996.
    De que adianta o Estado Brasileiro, via MEC, reconhcer tantos cursos técnicos e tecnológicos se continua refém de sistemas corporativos, jogando dinheiro público no lixo.

    Em tempo: O CREA-PR tem aceitado a inclusão de técnóloso, mas a atução desses profissionais devem estar sob supervisão de um engenheiro. O q

Publicar um comentário

Seu e-mail nunca será publicado. Campos com * são obrigatórios

*
*

Preencha os campos corretamente!