Arquivo para maio, 2011

apresentação do plano nacional setorial de museus na comissão de educação e cultura da câmara federal

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Abertura da Sessão da
Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal (CEC) de 10/05/2011. Da esquerda para a direita: deputado Angelo Vanhoni, deputada Fátima Bezerra, presidente da CEC e José do Nascimento Junior, presidente do Instituto Brasileiro de Museus.

Por iniciativa do deputado Angelo Vanhoni a Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal realizou nesta terça-feira, 10/5, Audiência Pública para apresentação do Plano Nacional Setorial de Museus (PNSM), que vai integrar o Plano Nacional de Cultura e estabelecer a agenda política do setor museal para os próximos 10 anos. O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José do Nascimento Junior, discorreu sobre as principais pautas que precisam ser debatidas junto ao legislativo ainda este ano e salientou a importância do estabelecimento de um marco legal definindo o que é serviço público de natureza cultural, para diferencia-ló de outros serviços públicos prestados pelo estado e melhor atender as demandas específicas e particularidades do setor cultural.

O PNSM é resultado de ampla discussão entre profissionais do campo museal. Suas diretrizes foram elaboradas e aprovadas na 4a edição do Fórum Nacional de Museus, que aconteceu em Brasília, entre os dias 12 e 17 de julho de 2010. Antes disso, porém, foram realizadas plenárias estaduais que mobilizaram representantes da área museológica, da sociedade civil e do poder público.

Entre as principais metas do PNSM estão a ampliação do número de museus nos municípios. Atualmente, 21% dos municípios brasileiros possuem pelo menos um museu. A meta é chegar a 50% dos municípios com museu nos próximos dez anos. Além disso, o PNSM prevê o aumento de orçamento do setor para 6% do orçamento finalístico do Ministério da Cultura.

No final da reunião José do Nascimento Junior convidou os presentes a participarem da Semana Nacional de Museus, promovida pelo Ibram, que  acontece anualmente em celebração ao Dia Internacional dos Museus, 18 de maio. Neste ano, a 9ª Semana Nacional de Museus ocorrerá entre os dias 16 e 22 de maio, quando instituições museológicas de todo o país promoverão eventos em torno do tema “Museu e Memória democrática”. A Semana conta com a adesão dos museus e outros lugares de memórias como: arquivos, bibliotecas, casas de cultura, redes sociais, galerias, etc… Em 2011, participam da celebração 1.006 instituições, que realizarão cerca de 3.080 eventos em mais de 500 cidades de todo o país.

Confira as principais pautas do setor museal junto à Câmara dos Deputados para o ano de 2011:

- Projeto de Leis e Diretrizes da Cultura
- O Plano de Carreira da Cultura
- Trabalhar os Planos Setoriais em relação ao Plano Nacional de cultura
- Estabelecer no campo dos museus a questão da LDO e da LOA
- A reestrutração do Ibram que se encontra no Ministério do Planejamento
- Nomeação de funcionários que fizeram concurso público
- Ampliação orçamentária do Ibram
- Marco legal definindo o que é serviço público de natureza cultural
- Discussão sobre a terceirização dos serviços culturais
- Pec 575 de 2008 que etabelece o patrimônio museológico com garantias constitucionais
- Relação do Plano Nacional de Educação com os museus como espaços educativos
- A lei 8666 adaptada à realidade cultural
-A instalação da CPI sobre o tráfico de bens culturais
- A questão do legado cultural da Copa e da Olimpíada
- Convenção da preservação e difusão do patrimônio museológico com vistas ao estabelecimento de um marco legal internacional

Assista a íntegra dos vídeos da Audiência Pública de 10/05/2011 na Página da Câmara Federal

Link para o texto integral do Plano Nacional Setorial de Museus

entrevista com angelo vanhoni – gazeta do povo, 02/05/11

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O deputado Angelo Vanhoni acompanhou o ciclo de debates do 30ª Fórum Paranense em Defesa da Escola Pública, realizado pela APP Sindicato no último final de semana (29 e 30/04), em Curitiba (imagem acima). Em entrevista concedida ao jornalista Gabriel Azevedo, o relator da Comissão Especial que analisará o PNE discorreu sobre os pontos mais polêmicos do projeto e antecipou algumas das agendas estabelecidas pela Comissão Especial.

Seminários Regionais da Comissão Especial do Plano Nacional de Educação:
16/05 – Fortaleza/CE – Assembléia Legislativa
20/05 – Rio de Janeiro/RJ
23/05 – São Luiz/MA
27/05 – Boa Vista/RR
03/06 – São Paulo/SP
06/06 – Curitiba/PR – Assembléia Legislativa
09/06 – Salvador/BA
10/06 – Belo Horizonte/MG
13/06 – Recife/PE (a confirmar)
17/06 – Campo Grande/MS
20/06 – Vitória/ES
15/07 – Florianópolis/SC

Audiências Públicas convocadas para a Câmara dos Deputados:
11/05 Audiência Pública – Qualidade da Educação
18/05 Audiência Pública – Expansão e Universalização do Ensino
25/05 Audiência Pública – Financiamento da Educação

Audiência Pública – Gestão Democrática (a definir)
Audiência Pública – Valorização dos Profissionais da Educação (a definir)

Leia a íntegra da matéria publicada pela Gazeta do Povo, em 02/05/11.

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Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo

Gazeta: A discussão sobre o Plano Nacional de Educação não tem se pautado apenas na questão financeira. Qual é a importância do diagnóstico do MEC?

Vanhoni: Precisamos mapear as demandas para descobrir aonde chegamos no ensino básico, médio, superior e na educação infantil. É hora de diagnosticar as necessidades de expansão, de construção de escolas, salas de aula, de contratação de professores, taxas de evasão escolar. Este levantamento precisa ser o mais claro possível, tanto para a Câmara, quanto para a sociedade. A partir dele é que poderemos tomar decisões, inclusive sobre as finanças. Temos obrigação de definir o índice de investimento no PIB.

Gazeta: Quais são os maiores desafios que o PNE se propõe a enfrentar?

Vanhoni: O primeiro é a educação infantil. Perto de 3 milhões de crianças estão fora dessa etapa. Nos últimos anos, ficou evidente para os gestores que quanto mais cedo a criança ingressar na escola, melhor o resultado. Precisamos preparar os professores das redes municipais para absorver essa demanda e ofertar uma educação de qualidade. É uma meta prevista dentro do PNE e acredito que o Brasil tem condições de cumpri-la. O ensino médio também é um desafio. As taxas de evasão oscilam de 30% a 40%, o que é um problema grave. Além de construção de escolas e contratação de professores, o PNE prevê investimentos no ensino profissionalizante. Há um esforço para que, pelo menos, 50% a 60% dos jovens entre 14 e 17 anos terminem o ensino médio daqui a dez anos, frequentando escolas profissionalizantes em todo o território nacional. Outro grande desafio é o ensino superior. O Brasil tem 40 milhões de pessoas nessa etapa, mas apenas 5 milhões estão na faculdade, sendo que apenas 1,8 milhão em instituições públicas. O estado está ausente. Temos de construir universidades, ofertar vagas noturnas, contratar professores, formar mestres e doutores.

Gazeta: Existem pontos polêmicos do plano que podem ser alvo de emendas no Congresso Na­­cional?

Vanhoni: Calculo que serão mais de 300 emendas. O assunto que mais será discutido, acredito, não será o diagnóstico e nem as metas, mas o índice do PIB destinado à educação. Não será uma discussão fácil. A sociedade reunida em entidades já postulou um índice de 10% do PIB. O Executivo enviou uma mensagem estipulando 7%. Analisando o diagnóstico e de olho em meta por meta do PNE, vamos ter de chegar a um índice que possa garantir o avanço significativo da educação brasileira. Não tenho dúvida de que o índice financeiro vai ser a grande discussão, até porque envolve prefeitos, governadores, União e sociedade, enfim, aqueles que querem uma educação universalizada e de qualidade.

Gazeta: O senhor acredita que o plano deverá ser votado ainda neste ano?

Vanhoni: Terminado o prazo de apresentação de emendas, em junho, nós deveremos seguir com as audiências públicas pelo país até o início de julho. A minha intenção é que no mês de agosto estejamos com o relatório pronto para ser votado na comissão. E votado na comissão, ele é terminativo. Segue para o Senado. Se o Senado fizer algumas alterações, volta. Se não fizer, segue para sanção. Por isso, já estamos articulando com os senadores algumas emendas, modificações para incorporar ao texto. Isso para que a tramitação seja a mais breve possível, para que o valor esteja previsto no orçamento do ano que vem.

30ª Sessão Plenária do Fórum Paranaense em Defesa da Escola Pública – curitiba/pr

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A abertura da 30ª
Sessão Plenária do Fórum Paranaense em Defesa da Escola Pública, no dia 29 de abril, na Sociedade Morgenau, em Curitiba, contou com as presenças do deputado federal Angelo Vanhoni, do reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho, da presidente da APP Sindicato, Marlei Fernandes de Carvalho, da diretora do setor de Educação da UFPR, Andrea Caldas e de Antônio José Medeiros, diretor de Cooperação Federativa para Planos de Educação do MEC.

O Plano Nacional de Educação (PNE) foi o foco das discussões da 30ª Sessão Plenária do Fórum Paranaense em Defesa da Escola Pública. O encontro, nos dias 29 e 30 de abril, aconteceu em Curitiba, na Sociedade Morgenau com o tema “Plano Nacional de Educação: Diretrizes e Metas à Luz do Documento Final da Conae”, e reuniu representantes de diversas entidades ligadas à educação pública. O primeiro dia de atividades contou com palestra do secretário de Articulação Federativa do Ministério da Educação (MEC), professor e sociólogo piauiense Antônio José Medeiros.

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A presidenta da APP Sindicato, que também é coordenadora do Fórum, professora Marlei Fernandes de Carvalho, ressaltou que a sua última edição, realizada em 2009 foi uma preparação à etapa estadual da Conae. “O Fórum Paranaense em Defesa da Escola Pública tem um histórico de lutas pela educação pública universal e de qualidade, já esteve presente em todo o debate da Conae e agora, mais uma vez, vai estar no debate, quando o PNE está em discussão no Congresso Nacional”.

Zaki Akel Sobrinho, reitor da UFPR, reafirmou a importância deste debate para a educação brasileira e se colocou à disposição para articular junto às instituições de ensino superior do Paraná a organização de encontros e seminários nas diversas regiões do estado.

“A principal contribuição que a Universidade Federal do Paraná pode dar neste momento é que nós pudessemos aqui no estado do Paraná assumir um papel protagonista, um papel de articulação com as demais entidades, com os demais militantes da educação em todo o estado. Nós já marcamos uma reunião para a próxima semana e vamos articular todos os reitores das Universidades Estaduais e todos os reitores das Universidades Federais do nosso estado. Vamos também convidar o Instituto Federal, vamos chamar as Universidades Particulares, inclusive as Confessionais. Vamos estar trazendo todas as lideranças.

Já falamos com nosso vice-governador, secretário estadual de Educação, Flávio Arns, já falamos com alguns secretários municipais, quero fazer um convite à APP também, para que possa estar conosco no desenho de alguns seminários em nosso estado, que possam se realizar inclusive regionalmente, que a gente possa ter essa discussão em todo o Paraná dando oportunidade para que mais gente participe da construção de um Plano Nacional de Educação que reflita todas as nossa visões, que reflita o que nós entendemos como prioridade para a educação em nosso país e que vai nesses próximos dez anos estar transformando a nossa sociedade. Eu tenho  convicção de que a educação é o maior vetor de transformação social que existe, para qualquer país, para qualquer socicedade, para qualquer povo, e no Brasil, nós nestes últimos oito anos assistimos a uma verdadeira revolução. Tem muita gente que talvez ainda não percebeu o que nós estamos plantando. Daqui há um tempo vai enxergar melhor o que nós estamos fazendo.

No ensino superior a expansão no nosso estado foi contemplada com a Unila. Nossa Universidade ampliou seu teto na graduação e na pós graduação. Criamos o Instituto Federal do Paraná a partir da nossa Escola Técnica e hoje sao 14 cidades onde já está presente o Instituto que trabalha o ensino técnico e tecnológico. Eu acho que a gente está plantando um novo país na hora que a gente traz a educação como uma pauta central da sociedade.”

Zaki Akel Sobrinho

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Em seguida, o deputado federal Angelo Vanhoni, relator do PNE na Comissão Especial da Câmara Federal, discorreu sobre os principais avanços no arcabouço jurídico da sociedade brasileira que vão possiblitar a garantia de recursos para a implantação do plano.

“Antes de falar sobre como esta lei vai tramitar no Congresso Nacional, eu quero situar algumas diferenças sobre o contexto atual do PNE e as condições que vivenciamos há dez anos atrás. Naquela época o governo tinha uma outra concepção do papel do estado e também do papel da educação na sociedade brasileira. Hoje a economia do nosso pais está num processo de desenvolvimento. As dívidas que o Brasil tinha e que estrangulavam políticas econômicas mais distributivas para garantir uma vida melhor para o povo brasileiro estão mais sob o controle da equipe econômica que governa o país e as forças políticas que hoje governam o Brasil tem compromisso com projetos emancipadores do povo brasileiro, com o alargamento da democracia e uma visão do papel do estado não apenas como um regulador da economia, mas de um estado como um agente indutor e fomentador para que diferenças sociais no país sejam diminuidas. Realçado por este momento favorável, tudo o que nós fizermos agora vai ter uma importância para além dos próximos 10 anos.

Nós mudamos a Constituição em 2009 e fizemos duas coisas importantes para a educação. Nós elimindamos a DRU. Isto é, no orçamento do Brasil o governo não pode mais contingenciar as verbas da educação, como sempre pode ser feito com até 20% do orçamento. Agora, em função da emenda 59, isso não é mais possível. E nós aproveitamos também para inlcuir nesta emenda outro grande avanço: que o Plano Nacional decenal tenha fixado por lei o quanto do PIB será gasto na educação. Agora há um preceito constitucional que absorve o índice do PIB e dá uma garantia para a sociedade, dá uma garantia para o Brasil de que o estado e governo terá que cumprir, do ponto de vista econômico e do ponto de vista financeiro, as metas que forem definidas no Congresso Nacional. Daí a importância deste momento e a diferença muito grande em relação há dez anos atrás no que diz respeito à legislação. Nós temos um ganho positivo no arcabouço jurídico da nação que favorece e coloca num patamar diferenciado esta discussão que nós vamos travar em todo o Brasil sobre o Plano Nacional de Educação. Porque agora é possível fixarmos o quanto o governo vai ter que gastar com a educação brasileira.

Uma Comissão Especial foi instalada na Câmara Federal composta de 25 deputados, com a participação proporcional dos partidos da Câmara, encarregados de votar o relatório do Plano Nacional de Educação que seguirá para o Senado. Os deputados tem do dia 15 de maio até o dia 20 de junho para encaminhar emendas. Seguindo sua tramitação no Congresso, havendo modificações no Senado, o relatório retorna para a Câmara e nós tomamos a decisão final. Não havendo modificações, o relatório segue diretamente para ser sancionado pela presidente Dilma.

Nós queremos fazer pelo menos uma Audiência Pública oficial da Comissão Especial em cada região do Brasil. Irá o relator ou o presidente da Comissão ou o vice-presidente para acompanhar cada uma destas reuniões e nós recomendamos que estas audiências públicas, que estes encontros regionais, aconteçam nas Assembléias Legislativas dos estados, porque um dos desdobramentos fundamentais do PNE é que os Estados desenvolvam os seus Planos em consonância com o Plano Nacional, assim como os municípios.

A participação de vocês, das entidades que representam, dos professores, dos especialistas em educação é muito importante neste momento. Além deste ciclo de encontros regionais nós vamos realizar pelo menos 4 Audiências Públicas na Câmara dos Deputados em Brasília enfocando os temas: qualidade da educação, expansão e universalização do ensino, financiamento e gestão, com a possiblidade ainda de pautarmos uma 5a audiência para discutir especificamente a questão do magistério, e vamos realizar no mínimo dois seminários sendo que o primeiro deles já esta marcado para o dia 2 de Junho. A Câmara precisa saber se os 7% do PIB que o governo está colocando na proposta é suficente para o Plano e se a demanda que está contida no Plano reflete de forma atualizada a verdadeira demanda do Brasil.”

Angelo Vanhoni

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Representado o professor Carlos Abicalil (PT-MT), o secretário de Articulação Federativa do Ministério da Educação (MEC), Antonio José Medeiros explicou que a nova Secretaria terá a função de promover uma ampla articulação entre estados e municípios com vistas ao fortalecimento e melhoria da qualidade da educação brasileira. Até então, não havia um organismo no Ministério encarregado desta função.

“A educação continua um tema importante na agenda nacional e nós estamos conseguindo avançar no entendimento de que  a educação é prioridade. As lideranças políticas também estão cobrando um debate mais substantivo e por isso mais polêmico sobre a educação. Hoje se discute, efetivamente, a meu ver, de maneira muito mais mais rica e fecunda este tema. O nosso patamar é a educação básica, o ensino fundamental, independente da visão sistêmica de pensarmos também a universidade, e com ênfase na qualidade do ensino.

Temos evidentemente muitos desafios. Primeiro a precariadede das condições econômicas e sociais das famílias e o nível de desigualdade, que embora reduzido ainda perdura no Brasil. Segundo a heterogêneidade da capacidade institucional dos diferentes níveis de governo. Nós temos municípios que são verdadeiros estados, com grande capacidade institucional, e municípios com baixíssima capacidade institucional.”

Antônio José Medeiros

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A diretora do Setor de Educação da Universidade Federal do Paraná, Andrea Caldas, ressaltou a importância de coesão em torno de prioridades na discussão do PNE e da extensão do debate aos demais setores da sociedade, enfatizando que o tema não deve se restringir apenas aos trabalhadores da educação. Afirmou também a necessidade da reflexão sobre os modelos de ensino que estão sendo propostos e de que forma o conjunto de metas e estratégias contidas no plano irá definir o tipo de formação que será oferecida nas escolas na próxima década.

“Qual a concepção afinal? Que escola é essa que resulta da soma de todas as metas numéricas e quantitativas que o plano estabelece? Qual é o projeto cultural que nós queremos para o pais? Cultural no sentido amplo, da formação que nós queremos dar para os nossos jovens.”

Andrea Caldas

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Fotos: Gilson Camargo




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