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	<title>Comentários sobre: paranaguá – entrega de caminhão frigorífico e encontro com pescadores – subsídios para a preservação, comercialização do pescado e abastecimento de combustível para as embarcações</title>
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	<description>Mandato Deputado Federal Angelo Vanhoni (PT/PR)</description>
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		<title>Por: paranaguá &#8211; entrega de caminhão frigorífico e encontro com pescadores &#8211; subsídios para a preservação, comercialização do pescado e abastecimento de combustível para as embarcações &#171; angelo vanhoni</title>
		<link>http://www.vanhoni.com.br/2009/11/paranagua-%e2%80%93-entrega-de-caminhao-frigorifico-e-encontro-com-pescadores-%e2%80%93-subsidios-para-a-preservacao-e-comercializacao-do-pescado-e-abastecimento-de-combustivel-para-as-embarcacoes/comment-page-1/#comment-188</link>
		<dc:creator>paranaguá &#8211; entrega de caminhão frigorífico e encontro com pescadores &#8211; subsídios para a preservação, comercialização do pescado e abastecimento de combustível para as embarcações &#171; angelo vanhoni</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 16:47:01 +0000</pubDate>
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		<description>[...] paranaguá &#8211; entrega de caminhão frigorífico e encontro com pescadores &#8211; subsídios para a preservação, comercialização do pescado e abastecimento de combustível para as&#160;embarcações   Por vanhoni Leave a&#160;Comment   Categorias: Cidades e Uncategorized Tags: aquicultura, comercio de pescados, incentivo, paranagua, pesca, pescadores, preservaçao       O conteúdo deste post encontra-se em http://www.vanhoni.com.br/2009/11/paranagua-%E2%80%93-entrega-de-caminhao-frigorifico-e-encontro-com... [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] paranaguá &#8211; entrega de caminhão frigorífico e encontro com pescadores &#8211; subsídios para a preservação, comercialização do pescado e abastecimento de combustível para as&nbsp;embarcações   Por vanhoni Leave a&nbsp;Comment   Categorias: Cidades e Uncategorized Tags: aquicultura, comercio de pescados, incentivo, paranagua, pesca, pescadores, preservaçao       O conteúdo deste post encontra-se em <a href="http://www.vanhoni.com.br/2009/11/paranagua-%E2%80%93-entrega-de-caminhao-frigorifico-e-encontro-com.." rel="nofollow">http://www.vanhoni.com.br/2009/11/paranagua-%E2%80%93-entrega-de-caminhao-frigorifico-e-encontro-com..</a>. [...]</p>
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		<title>Por: Waldir Triana</title>
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		<dc:creator>Waldir Triana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 16:49:56 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Parlamentar:
O avanço cultural é a única ferramenta capaz de realizar justiça social, sendo assim, temos de louvar sua postura em favor do desenvolvimento econômico com associação do saber.
A educação é sempre a base de uma sociedade organizada e, em nosso país, foi marginalizada desde décadas, contrariando grandes pensadores como Paulo Freire, Darcy Ribeiro e outros. Causaram estragos que a classe política não evitou, resultando num empobrecimento por murchação intelectual, cujos sintomas sócio-econômicos são catastróficos e não podem mais ser medidos pelo simplório IDH. Vivemos o &quot;caos&quot;!
Se no início dos anos 70 o nosso Pelé já pedia para cuidarmos dos nossos &quot;trombadinhas&quot;, para não se tornarem perversos criminosos; mais recentemente, o Betinho já implorava por comida, ciente que estava do &quot;caos social&quot; que já havia se instalado.
Tenho pra mim que o êxodo rural seja a maior causa deste desajuste, pois que: jamis houve política agrícola eficiente, levando famílias campesinas inteiras às periferias urbanas, daí os bolsões de pobreza... (Plante que o João garante!). Lembra disso, amigo parlamentar? Não foi o mesmo João que incentivou o êxodo rural? Haveria sempre dois discursos: um para o povo e outro para eles mesmos?! È o meu diagnóstico.
Mas, queremos agora é falar de soluções: com ou sem frases de impacto.
Amigo: a educação é a base mas precisa de alavanca. A alavanca é o emprego. Daí o meu apreço pelos que, como v.excia, defendem a cultura e a geração de rendas como princípios do desenvolvimento sustentado: até poque não existe outra forma! A equação sempre foi e será esta, com variações apenas quanto ao grau de suas naturezas em cada região: comunidades sertanejas ou metropolitanas. Simples planejamento tático/operacional adequado ao local em que seja aplicado: desenvolvendo cultura e renda, simultaneamente, numa simbiose própria de cada comunidade. Aí estão a base e a alavanca...
Estrategicamente, é que surgirão discordâncias. Somos um povo ora míope, ora estrábicos. Lideranças locais podem ser mais dóceis e motivadas, levando facilmente a cabo um bom programa de desenvolvimento social, porém, o contexto geral é bem mais amplo e adverso. Extrábicos e míopes enxergam de formas diferentes, com diferentes interesses, exigindo aí uma outra equação: a do entendimento político. Vamos a ela?
Sinto-me como o velho e estrábico sacristão, &quot;aconselhando&quot; padres e pastores a rezar missas e conduzir rebanhos... Mas, faço minha esta vez.
Uma nação se faz com homens e leis, isto é que é cidadania. Uma Constituição cidadã, precisa de cidadãos constituintes, representados ou presentes, institucionalmente, como vossas excelências! Leis e projetos são a face de um povo, ou não?!
Existem leis que pegam e que não pegam; projetos que andam e que desandam. Isto,porque as instituições estão ruindo! Começamos pelo &quot;apartheid&quot; da educação que segregou os doutos dos servis, comprometendo o aprendizado e inciando, assim, o atual vazio de poder que é a perda do princípio da autoridade, ou seja: &quot;o caos&quot;. Tráficos diversos, pistolagens e convulsão social que não serão resolvidos pela segurança pública. Urge, então, um novo modelo. Cidadão e comtemporâneo. Prático e perspectivo. pois que: é preciso aliarmos resultados mediatos com esperanças de melhoria; a força vindo do povo. Isto será possível e reestabelecerá o princípio da autoridade, tão logo sejam aplicados, desde o início, pela inversão das expectativas nas bases do comando, ou seja: comunidades, núcleos, assentamentos, ou onde quer que se instalem tais projetos. Como?! A palavra chave é parceria! Por associações ou cooperativas de base, sustentáveis a partir das potencialidades locais direcionadas mercadologicamente e capitaneadas por líderes e técnicos comprometidos com as instituições já existentes e integradas entre si, tais como: escolas com seus professores, alunos e voluntáarios; empresas
públicas e privadas com seus colaboradores; e ainda, as autoridades locais, civis e militares, como delegados, comandantes de guarnições policiais, bombeiros, diretores minicipais de departamentos diversos, etc. Procurando sempre evitar as instituições não governamentais, especialmente as estrangeiras, cujos vínculos devam limitar-se apenas ao financiamento dos projetos e como clientes preferencias dos bens produzidos pelos grupos organizados. Sem xenofobismos. Educação e emprego são parceiros intrínsecos e complementares na valorização da cidadania.
O cidadão que trabalha, estuda e acredita em melhorias, pouco adoece, pouco desvia sua conduta e, geralmente, por meios próprios conquista suas metas; desafogando os prontos socorros e hospitais, delegacias, cadeias e demais serviços que se tornaram gargalos estreitos da administração pública. Assim, segurança e saúde deixariam em pouco tempo este gargalo e poderiam se transformar também em áreas de investimentos no médio prazo, quando a poupança interna estiver estabilizada.
Contudo, nosso parlamentar, imprescindível é lembrar que a demagogia estará presente, sempre. Não há outra forma de subjugá-la, senão com lideranças fortes e sintonia técnica e política; cabe, portanto, que parlamentares dos três níveis (municipal, estadual e nacional) se identifiquem e se comprometam com tais projetos, pessoalmente.
cordialmente.
Waldir Triana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Parlamentar:<br />
O avanço cultural é a única ferramenta capaz de realizar justiça social, sendo assim, temos de louvar sua postura em favor do desenvolvimento econômico com associação do saber.<br />
A educação é sempre a base de uma sociedade organizada e, em nosso país, foi marginalizada desde décadas, contrariando grandes pensadores como Paulo Freire, Darcy Ribeiro e outros. Causaram estragos que a classe política não evitou, resultando num empobrecimento por murchação intelectual, cujos sintomas sócio-econômicos são catastróficos e não podem mais ser medidos pelo simplório IDH. Vivemos o &#8220;caos&#8221;!<br />
Se no início dos anos 70 o nosso Pelé já pedia para cuidarmos dos nossos &#8220;trombadinhas&#8221;, para não se tornarem perversos criminosos; mais recentemente, o Betinho já implorava por comida, ciente que estava do &#8220;caos social&#8221; que já havia se instalado.<br />
Tenho pra mim que o êxodo rural seja a maior causa deste desajuste, pois que: jamis houve política agrícola eficiente, levando famílias campesinas inteiras às periferias urbanas, daí os bolsões de pobreza&#8230; (Plante que o João garante!). Lembra disso, amigo parlamentar? Não foi o mesmo João que incentivou o êxodo rural? Haveria sempre dois discursos: um para o povo e outro para eles mesmos?! È o meu diagnóstico.<br />
Mas, queremos agora é falar de soluções: com ou sem frases de impacto.<br />
Amigo: a educação é a base mas precisa de alavanca. A alavanca é o emprego. Daí o meu apreço pelos que, como v.excia, defendem a cultura e a geração de rendas como princípios do desenvolvimento sustentado: até poque não existe outra forma! A equação sempre foi e será esta, com variações apenas quanto ao grau de suas naturezas em cada região: comunidades sertanejas ou metropolitanas. Simples planejamento tático/operacional adequado ao local em que seja aplicado: desenvolvendo cultura e renda, simultaneamente, numa simbiose própria de cada comunidade. Aí estão a base e a alavanca&#8230;<br />
Estrategicamente, é que surgirão discordâncias. Somos um povo ora míope, ora estrábicos. Lideranças locais podem ser mais dóceis e motivadas, levando facilmente a cabo um bom programa de desenvolvimento social, porém, o contexto geral é bem mais amplo e adverso. Extrábicos e míopes enxergam de formas diferentes, com diferentes interesses, exigindo aí uma outra equação: a do entendimento político. Vamos a ela?<br />
Sinto-me como o velho e estrábico sacristão, &#8220;aconselhando&#8221; padres e pastores a rezar missas e conduzir rebanhos&#8230; Mas, faço minha esta vez.<br />
Uma nação se faz com homens e leis, isto é que é cidadania. Uma Constituição cidadã, precisa de cidadãos constituintes, representados ou presentes, institucionalmente, como vossas excelências! Leis e projetos são a face de um povo, ou não?!<br />
Existem leis que pegam e que não pegam; projetos que andam e que desandam. Isto,porque as instituições estão ruindo! Começamos pelo &#8220;apartheid&#8221; da educação que segregou os doutos dos servis, comprometendo o aprendizado e inciando, assim, o atual vazio de poder que é a perda do princípio da autoridade, ou seja: &#8220;o caos&#8221;. Tráficos diversos, pistolagens e convulsão social que não serão resolvidos pela segurança pública. Urge, então, um novo modelo. Cidadão e comtemporâneo. Prático e perspectivo. pois que: é preciso aliarmos resultados mediatos com esperanças de melhoria; a força vindo do povo. Isto será possível e reestabelecerá o princípio da autoridade, tão logo sejam aplicados, desde o início, pela inversão das expectativas nas bases do comando, ou seja: comunidades, núcleos, assentamentos, ou onde quer que se instalem tais projetos. Como?! A palavra chave é parceria! Por associações ou cooperativas de base, sustentáveis a partir das potencialidades locais direcionadas mercadologicamente e capitaneadas por líderes e técnicos comprometidos com as instituições já existentes e integradas entre si, tais como: escolas com seus professores, alunos e voluntáarios; empresas<br />
públicas e privadas com seus colaboradores; e ainda, as autoridades locais, civis e militares, como delegados, comandantes de guarnições policiais, bombeiros, diretores minicipais de departamentos diversos, etc. Procurando sempre evitar as instituições não governamentais, especialmente as estrangeiras, cujos vínculos devam limitar-se apenas ao financiamento dos projetos e como clientes preferencias dos bens produzidos pelos grupos organizados. Sem xenofobismos. Educação e emprego são parceiros intrínsecos e complementares na valorização da cidadania.<br />
O cidadão que trabalha, estuda e acredita em melhorias, pouco adoece, pouco desvia sua conduta e, geralmente, por meios próprios conquista suas metas; desafogando os prontos socorros e hospitais, delegacias, cadeias e demais serviços que se tornaram gargalos estreitos da administração pública. Assim, segurança e saúde deixariam em pouco tempo este gargalo e poderiam se transformar também em áreas de investimentos no médio prazo, quando a poupança interna estiver estabilizada.<br />
Contudo, nosso parlamentar, imprescindível é lembrar que a demagogia estará presente, sempre. Não há outra forma de subjugá-la, senão com lideranças fortes e sintonia técnica e política; cabe, portanto, que parlamentares dos três níveis (municipal, estadual e nacional) se identifiquem e se comprometam com tais projetos, pessoalmente.<br />
cordialmente.<br />
Waldir Triana</p>
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